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A Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) arrematou 117 mil metros cúbicos (m3) de gás durante o primeiro leilão eletrônico, realizado ontem pela Petrobras. Deste total, 35 mil m3 por dia serão utilizados em maio e os outros 82 mil m3, esgotados diariamente, deverão ser consumidos em junho. O combustível foi adquirido com 35% de desconto em relação ao preço de mercado. De acordo com o presidente da companhia, Aldo Guedes, do segmento industrial participaram do pregão as empresas CIV, Pamesa, Terfhane e a Corne Products. Dos 117 mil m3, o setor de Gás Natural Veicular (GNV) foi contemplado com 20 mil m3 por dia, em maio, e 30 mil m3 que serão usados diariamente durante o mês de junho.
“O volume adquirido foi proposto pelas empresas dos segmentos industrial e de GNV. A quantidade destinada para o GNV será ofertada para os postos que conseguirem superar a média de vendas do primeiro semestre deste ano. Atualmente, o metro cúbico do GNV custa R$ 1,13 para a Copergás e, com o leilão, o valor caiu para R$ 0,75. Nossa expectativa é que se repasse para as bombas um desconto que pode variar de R$ 0,05 a R$ 0,15 para o consumidor final, o que dá em torno de 8% a menos”, afirmou Guedes.
A redução inclui o desconto obtido em leilão e o recuo de 3% anunciado pela Petrobras – que passa a vigorar a partir do próximo dia 1º. Mas o presidente alerta que o percentual de arrecadação antecipada em cima da Margem de Valor Adicionado (MVA), que é cobrado pela Secretaria da Fazenda, também contribuirá para a diminuição dos valores.
Fonte: Folha de Pernambuco / Economia / 25-04-2009
Lote de gás adquirido em leilão por um valor 35% menor deve reduzir o preço do combustível em R$ 0,16, a partir de maio
O gás natural veicular (GNV) pode chegar às bombas ao preço de R$ 1,69, a partir de 1º de maio. Além da redução de 3% na tarifa, que entra em vigor no próximo mês, o setor terá à disposição uma cota de gás custando 35% menos que o valor atual. Ontem, no primeiro leilão de gás promovido pela Petrobras, dois lotes foram arrematados pela Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) com um volume diário, em metros cúbicos, de 20 mil, para o mês de maio, e de 30 mil, para junho. As duas medidas juntas vão contribuir para uma queda de R$ 0,16 em relação ao preço atual de R$ 1,85. Para quatro indústrias pernambucanas que conseguiram um lote de 40 mil metros cúbicos para maio e outro de 60 mil, em junho, o gás mais barato vai compensar a alta de até 7,89% na energia elétrica em maio, segurando os preços dos produtos.
“O leilão foi um sucesso. Conseguimos bons lotes de gás a preços 35% mais baratos que o atual”, comenta Aldo Guedes, presidente da Copergás. Como o leilão era restrito às distribuidoras de gás, na semana passada, a companhia se reuniu com todos os grandes clientes e colheu as propostas de volume e preço para fazer os lances. Algumas empresas apresentaram sugestões de lances, mas o setor de GNV não chegou a um consenso. No entanto, a Copergás adquiriu dois lotes e colocou à disposição do setor. “A gente entendeu que seria uma oportunidade de alavancar o consumo desse segmento. Pelo preço que conseguimos no leilão, o gás que é vendido aos postos ao preço de R$ 1,15, ficará próximo de R$ 0,80″, diz Aldo Guedes. Como o consumo diário de GNV no estado está em torno de 180 mil m3, os lotes do leilão atenderão cerca de 10% da demanda total.
Pelas regras da Petrobras, postos e indústrias só terão acesso ao gás do leilão, depois de adquirirem a média de consumo dos últimos três meses, até atingir o volume de contrato. Mas, segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo de Pernambuco (Sindicombustíveis-PE), José Afonso Nóbrega, os postos vão baixar o preço antes de consumir o gás do leilão. “A ideia é tirar uma média entre o valor do gás reajustado com o das cotas do leilão, para se chegar ao preço que será vendido já no início de maio. Como haverá ainda uma mudança no preço utilizado como base para o cálculo do ICMS, acredito que o combustível chegará às bombas ao preço de R$ 1,69. Essa é a nossa meta”, afirma Nóbrega.
Indústrias – Quatro indústrias conseguiram lotes de gás no leilão: Pamesa, CIV, Terphane e Corn Products. Segundo o diretor industrial da CIV, Odir Pedrazzi, na fabricação de vidro, a matriz energética representa 18% do custo do produto. “Em junho, vamos aumentar o consumo de 80 mil para 105 mil m3. Vamos utilizar mais gás em vez de energia elétrica para compensar o aumento que haverá na conta de luz”, diz. Para o diretor industrial da Terphane, Moacir Santos, “o gás mais barato vai aumentar a competitividade do filme de poliester produzido na fábrica”, comenta.
Fonte: Diario de Pernambuco / Economia / 25-04-2009
Empresa conseguiu um preço 35% menor no leilão da Petrobras
A Companhia Pernambucana de Gás Natural (Copergás) aposta na redução do preço do insumo para retomar as vendas no Estado, que registraram queda no primeiro trimestre do ano. Ontem, a distribuidora participou do primeiro leilão de gás natural realizado pela Petrobras para comercializar entre 15 milhões e 18 milhões de metros cúbicos. No pregão, a Copergás conseguiu negociar o energético com um desconto de 35% no preço e vai fornecer o produto para indústrias e postos de gás natural veicular. Além do leilão, no próximo dia 1º, passa a vigorar em Pernambuco um reajuste negativo de 3%, que também vai puxar os preços para baixo.
O presidente da Copergás, Aldo Guedes, acredita que a redução da tarifa, a compra com desconto no leilão e a mudança na pauta fiscal poderá resultar numa diminuição entre R$ 0,05 e R$ 0,15 no preço do gás natural veicular (GNV) na bomba. Isso significa que o valor no metro cúbico poderá cair dos atuais R$ 1,849 para R$ 1,699. “Se os donos de postos se sensibilizarem e repassarem a redução para o consumidor, as vendas podem aumentar”, pondera. De janeiro a março de 2009, as vendas de GNV registraram queda de 15% em Pernambuco.
No leilão da Petrobras, a distribuidora pernambucana comprou um volume de 20 mil m³ de gás para oferecer aos clientes do segmento veicular em maio, além de 30 mil m³ para junho. O gás será ofertado ao preço de R$ 0,75/m³, enquanto o valor médio sem desconto é de R$ 1,13/m³. “Como queremos incentivar o consumo, esse gás mais barato só será comercializado aos postos que registrarem volume de venda acima da média dos últimos três meses”, explica Guedes.
Na avaliação do presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Pernambuco (Sindicombustíveis), José Afonso Nóbrega, a retomada da cadeia produtiva deve ocorrer a longo prazo. “Primeiro é preciso ganhar novamente a confiança do consumidor, que se retraiu com a política de reajuste de preços adotada pela Petrobras”, observa. O empresário comenta que as convertedoras deixaram de receber encomendas.
Apesar da desconfiança do usuário de GNV, a diretoria do Sindicombustíveis diz que o setor vai acompanhar a redução nos preços, fazendo o desconto chegar na bomba. “Como as usinas estão com baixos estoques de álcool, a tendência é que o consumidor de GNV volte para o gás”, acredita Nóbrega. Hoje, o litro do álcool custa entre R$ 1,49 e R$ 1,59. Apesar de estar mais barato que o GNV, a rendimento do gás é maior. “Enquanto com um litro de álcool é possível rodar, em média, seis quilômetros, com um metro cúbico de gás é possível rodar 12 quilômetros”, compara Aldo Guedes.
No setor industrial, quatro empresas enviaram proposta com interesse de comprar gás do leilão da Petrobras: CIV, Pamesa, Terphane e Corn Products. As indústrias vão adquirir o metro cúbico ao preço médio de R$ 0,85, enquanto o preço normal é de R$ 1,15. A Copergás comprou um volume total de 117 mil metros cúbicos para os meses de maio e junho.
Fonte: Jornal do Commercio / Economia / 25-04-2009
Até o final do ano, a rede de abastecimento de gás natural atenderá integralmente os bairros de Piedade, Candeias e Barra de Jangada, em Jaboatão dos Guararapes. Hoje, a tubulação está restrita ao entorno do Shopping Guararapes. Com o contrato de 8,5 mil metros cúbicos por dia, assinado recentemente pela Reserva do Paiva, empreendimento residencial e turístico de luxo localizado entre Jaboatão e Cabo de Santo Agostinho, o investimento necessário para levar o gás até esses bairros ficou viável. A Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) aplicará R$ 3 milhões no gasoduto de Boa Viagem até o Cabo, passando por Piedade e Candeias. Em até 60 dias será publicado o edital. A obra deve ser concluída em quatro meses, para conquistar o consumo de mais cinco postos de combustíveis e 4 mil clientes residenciais.
“Inicialmente, se pensou em atender à Reserva do Paiva, puxando o gás do Cabo de Santo Agostinho, onde já atendemos ao distrito industrial. Mas o investimento seria o mesmo que chegar ao Paiva, passando por Jaboatão. E ainda podemos agregar mais clientes com um gasoduto nessa área, o que não aconteceria se ele partisse do Cabo”, explica o presidente da Copergás, Aldo Guedes. Dessa forma, o gasoduto cortará Piedade, Candeias, Barra de Jangada, entre outros bairros, até chegar à Praia do Paiva, através de uma gasoduto a ser construído por baixo da ponte prevista pela PPP do Paiva.
“Enquanto o gasoduto estiver sendo construído, vamos puxar os ramais que atenderão as residências”, detalha Aldo Guedes. A maior parte do gasoduto ficará na Bernardo Vieira de Melo, que cruza Piedade e Candeias. “Já temos uma equipe preparada para prospectar clientes nessa área e fechar contratos, mesmo antes de concluir a obra”. Atualmente, a empresa abastece cerca de 60 postos e 1 mil consumidores residenciais no estado. Com a demanda do Paiva, que inicia o consumo a partir de abril de 2010, haveria um acréscimo de 30 mil metros cúbicos na distribuição diária de gás nessa região. Hoje, o total é 1 milhão/dia. A meta é alcançar 6 mil residências até o final do ano.
Em março, a Copergás reduziu a margem de lucro em 20% para dar um desconto de 14,16% no preço do gás. Em maio, o gás natural para as residências terá uma nova queda de 1,65% na tarifa, que hoje oscila entre R$ 1,65 e R$ 1,85, dependendo do consumo dos condomínios. “Vamos buscar os edifícios que já possuem a tubulação de gás e que hoje utilizam o GLP, sem cobrar pela adaptação do combustível. Mas também é possível criar uma tubulação externa, com toda a segurança, para aqueles prédios mais antigos que foram construídos sem a tubulação de gás”, garante Aldo Guedes.
Fonte: Diario de Pernambuco / Economia / 14-04-2009
Copergás anunciou ontem redução sobre o preço das vendas feitas para as distribuidoras. Impacto dessa queda para o consumidor ainda é incerto
O preço do Gás Natural Veicular (GNV) terá uma redução de 3% nas vendas que a Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) faz às distribuidoras. A redução é em reflexo a queda adotada pela Petrobras. A medida entra em vigor a partir de 1º de maio. Também haverá queda no preço de outros tipos de gás, como o industrial, que ficará 2,44% mais barato, o residencial, com queda de 1,61%, e o que é usado para a co-geração de energia, que terá uma queda de 1,61%. A redução média no preço do gás fornecido pela Petrobras será de 2,85%.
Os percentuais citados deverão ser homologados pela Agência de Regulação de Pernambuco (Arpe). “Essa redução foi baixa. A nossa expectativa era que ocorresse uma queda de 14% no preço”, afirmou o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Pernambuco (Sindicombustíveis-PE), José Afonso Nóbrega.
Nóbrega argumentou que não dá para prever a redução que o GNV terá na bomba, porque isso não depende só do setor, que é comprador das distribuidoras de combustível. Ele citou como exemplo a redução de 5,3% que a Petrobras anunciou, em janeiro último, sobre o preço do produto, que resultou numa diminuição de R$ 0,05 para o consumidor final.
“Quando o preço do gás subia, eles repassavam integralmente para o consumidor. Agora, por que eles não baixam o preço?”, questionou o presidente da Copergás, Aldo Guedes.
A queda no preço do gás natural está ocorrendo por vários motivos. Primeiro, a redução no preço do barril do petróleo, que chegou a US$ 147 – em maio do ano passado – e agora está em US$ 42 devido aos efeitos da crise global, que provocou uma queda no consumo do gás natural do País. A queda do dólar fez o produto ficar mais barato. No Brasil, um dos principais consumidores desse produto é a indústria, que passou a comprar menos, porque diminuiu a sua produção.
De todo o gás natural consumido no Estado, 80% é destinado à indústria, 18% vão para os automóveis e 2% para as residências.
Fonte: Jornal do Commercio / Economia / 13-04-2009
Preço do GNV terá queda de 3% a partir de maio
Previsão é que valor caia nas bombas. Em média, será reduzido em 2,85% para distribuidores
A tarifa do gás natural vendido às distribuidoras irá cair outra vez, no dia 1º de maio, quando será divulgado o reajuste trimestral pela Petrobras. O percentual médio de queda será de 2,85%, de acordo com o presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), Aldo Guedes. Segundo ele, o Gás Natural Veicular (GNV) decairá em 3%, o Gás Natural Comprimido (GNC) – usado em carretas – vai cair 3,31%, o residencial apresentará queda de 1,61%, co-geração 3,30%, enquanto que o valor do industrial diminuirá 2,44%.
“Não sei se os valores serão repassados para os clientes, vai depender dos sindicatos. Ao meu ver, diante da atual situação, eles têm obrigação de reduzir os preços nas bombas”, disse Guedes. Após o reajuste de fevereiro, quando houve uma queda de 4,4% para o GNV, os preços nas bombas caíram R$ 0,06. O leilão organizado pela Petrobras e que tem a perspectiva de reacender o setor foi adiado para o dia 24.
O evento vai reunir as 27 distribuidoras de gás do País e não haverá valor mínimo para participar do arremate. Os lotes mínimos oferecidos serão de 10 mil metros cúbicos por dia. O gás ofertado e que estaria “sobrando” é boa parte oriundo da queda em cerca de 40% do produto boliviano disponível para exportação. Os vencedores do pregão receberão o gás em maio e junho.
A expectativa do presidente da Copergás é de que a participação no leilão possa alavancar as quedas de preço nas bombas. A atitude amenizaria a crise no setor. “O gás leiloado terá números reduzidos. Se o valor for 40% menor, o percentual de queda nas bombas será equivalente. A ideia é fechar um consórcio com os clientes para adquirir volume e ofertar ao mercado”. Segundo Guedes, a Petrobras irá procurar outros procedimentos, caso o pregão não dê certo.
A Copergás, que teve um faturamento de R$ 413 milhões em 2008, quase o dobro de 2007, garante que continuará crescendo. “E quando a Refinaria (Abreu e Lima) estiver pronta, os números vão triplicar, pois vamos fornecer um volume de 2,5 milhões de metros cúbicos por dia. Sem contar outros investimentos que estão por vir, como o Estaleiro (Atlântico Sul) e o pólo farmacoquímico”, prevê Guedes.
Fonte: Folha de Pernambuco / Economia / 13-04-2009
A Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) está negociando com duas transportadoras de gases industriais a possibilidade de expandir a distribuição do insumo para o Interior do Estado. Além do gasoduto que vai chegar até Caruaru, e que já está levando gás tubulado do Recife a Vitória de Santo Antão, a distribuidora quer alcançar consumidores residenciais e industriais Sertão adentro. Do Agreste em diante, um único posto, situado em Caruaru, é abastecido de GNV (Gás Natural Veicular) via carreta, pela Petrobras. Em 30 dias, a Copergás quer definir os contratos de transporte.
“Uma das negociações mais avançadas está com a White Martins; a outra ainda não posso adiantar o nome. Mas nada impede fechar um acordo com ambas”, informou o presidente da Copergás, Aldo Guedes. Para reforçar a existência de demanda, ele exemplificou o caso do polo do Araripe, onde há necessidade de 300 mil metros cúbicos de gás. “Estamos articulando com o Governo do Estado a concessão de incentivos fiscais, a fim de que o preço do insumo transportado seja o mesmo do tubulado”, afirmou Guedes. Cada prefeitura está definindo a quantidade de gás que precisará no ano.
Fonte: Folha de Pernambuco / Economia / 13-04-2009
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26 de abril de 2009 postado em 



