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maio, 2009
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Estado volta a disputar investimento

Petrobras vai construir primeiro terminal fixo de GNL no Brasil e Pernambuco quer atrair empreendimento orçado em US$ 500 milhões
Pernambuco quer voltar à disputa com o Rio Grande do Sul e Santa Catarina por um investimento de US$$ 500 milhões da Petrobras. Por meio da subsidiária BR Distribuidora, a estatal vai construir no Brasil seu primeiro terminal fixo de gás natural liquefeito (GNL), uma planta industrial que converte para a forma gasosa o gás transportado em estado líquido por navios. A capacidade do terminal de GNL, ainda em estudo, seria de 10 milhões de metros cúbicos (m³) de gás.

O Estado já perdeu para o Ceará uma primeira disputa, por um terminal móvel de GNL (adaptado para funcionar em um navio), o segundo do Brasil. O primeiro fica no Rio de Janeiro. Na disputa pelo terminal fixo, há um ano, exatamente em maio de 2008, a diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster, declarou que o investimento ficaria no Sul do País, retirando Pernambuco da briga.

Ontem, contudo, a diretora recebeu o governador Eduardo Campos, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Bezerra Coelho, e o presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), Aldo Guedes. Até a próxima segunda-feira, o Estado vai protocolar uma carta em que formaliza as contrapartidas.

Guedes garante que Pernambuco está vivo na disputa e afirma que a decisão sobre o investimento sairá até o final do ano.

“O que estamos oferecendo não é só imposto, desconto de ICMS, mas toda a infraestrutura logística. Temos um terreno, que fica perto da Termopernambuco e da Transpetro (outra subsidiária da Petrobras), em uma área que já tem um píer, também. O interessante é que, ao contrário dos terminais de GNL do Rio de Janeiro e do Ceará, este será o primeiro terminal fixo do Brasil, que poderia transformar Pernambuco em exportador de gás”, argumenta Aldo Guedes.

O terreno citado por ele fica no Complexo Industrial Portuário de Suape e tem cerca de 5 hectares. O píer é necessário para receber os navios que trarão o gás liquefeito para ser regaseificado no terminal de GNL.

A estimativa é que a nova planta seja responsável pela geração de 1.500 empregos diretos.

Fonte: Jornal do Commercio / Economia

PE disputa terminal de GNL

Em meio à agenda no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, um dos temas discutidos pelo governador Eduardo Campos com a presidente da BR Distribuidora, Maria das Graças Foster, foi a possível instalação do primeiro terminal fixo de Gás Natural Liquefeito (GNL) do País, em Suape. De acordo com o presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), Aldo Guedes, que acompanhou o governador, a conversa foi bastante positiva.

“A presidente declarou que, no entendimento da Petrobras, o Complexo Portuário Industrial de Suape é um dos pontos mais fortes e estratégicos para a instalação do terminal fixo de GNL. Maria das Graças disse ainda que o terminal pode vir a ser um grande exportador de gás natural para estados vizinhos. A instalação do terminal atenderá a demanda de Pernambuco, como, por exemplo, a Refinaria Abreu e Lima, o Estaleiro Atlântico Sul, os pólos farmacoquímico e petroquímico e outros que estão por vir, como o segundo estaleiro e a siderúrgica”, enfatizou Guedes.

A proposta apresentada pelo Estado será analisada pela BR Distribuidora e, até o final do ano, haverá uma resposta se o terminal será ou não instalado em Suape. Estão disputando o empreendimento – que custará US$ 500 milhões -, os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul mas, segundo Guedes, Pernambuco está no páreo para vencer a concorrência. Hoje, existem dois terminais móveis no País: um na Baía de Guanabara (RJ) e outro no Porto de Pecém (CE). “Na próxima segunda-feira, estaremos protocolando na Petrobras uma carta para mostrar os incentivos que o Estado poderá disponibilizar para a instalação do terminal de GNL”, comemorou.

O terminal vai operar com capacidade máxima de produção de 10 milhões de metros cúbicos por dia e, caso seja aprovada, sua instalação em Suape ocupará um área de 4 mil hectares. Segundo a assessoria do governador, a Refinaria Abreu e Lima protocolou pedido para utilizar diariamente 2 milhões de metros cúbicos, a partir de maio de 2011.

Fonte: Folha De Pernambuco / Economia

Petrobras vai construir gasoduto Pilar-Ipojuca

A obra será iniciada no segundo semestre deste ano e deve receber investimentos da ordem de R$ 200 milhões. A operação do empreendimento está prevista para o segundo semestre de 2010
A Petrobras vai iniciar, no começo do próximo semestre, a construção do gasoduto Pilar-Ipojuca, que liga Alagoas a Pernambuco. A obra deve receber investimentos da ordem de R$ 200 milhões e começar a operar no segundo semestre de 2010. Esta semana, representantes da estatal se reuniram com as prefeituras dos municípios alagoanos que serão cortados pelas tubulações do novo gasoduto para discutir o projeto.

O diretor técnico e comercial da Companhia Pernambucana de Gás Natural (Copergás), Jaílson Galvão, destaca que a obra é importante para aumentar a oferta de gás no Estado. Atualmente, Pernambuco é abastecido pelo gás trazido de Alagoas, do Rio Grande do Norte e da Bahia. “Temos hoje o Gasoduto Alagoas-Pernambuco (Gasalpe), que se estende de Pilar até o Cabo de Santo Agostinho, mas trata-se de uma malha com tubulação de 12 polegadas. O Gasoduto Pilar-Ipojuca terá 24 polegadas, aumentando a capacidade de fornecimento”, explica.

O novo gasoduto terá extensão de 187 quilômetros e vai chegar até o Complexo Industrial Portuário de Suape. Segundo Galvão, a Petrobras já fez a aquisição da tubulação e as obras devem começar em breve. De acordo com o executivo, o gasoduto Pilar-Ipojuca poderá ofertar 3 milhões de metros cúbicos de gás, enquanto a atual capacidade do Gasalpe é de 2 milhões. “O novo projeto também vai reforçar a malha de gasodutos do Nordeste, juntamente com o Gasene (Gasoduto Sudeste-Nordeste), previsto para inaugurar no primeiro trimestre de 2010.

Sem reservas de gás, Pernambuco depende do insumo produzido nos Estados vizinhos. Até o final do ano passado, a Copergás era abastecida pela produção de Guamaré, no Rio Grande do Norte, e de Pilar, em Alagoas. Com a entrada em operação da reserva de Manati, na Bahia, e obras de interligação para a tubulação chegar até Pernambuco, o Estado passou a receber o gás baiano. “Hoje, 60% do nosso gás vem de Pilar e de Manati”, observa Galvão.

Em Alagoas, a Petrobras está discutindo com as prefeituras a possibilidade de financiamento para a elaboração dos planos diretores dos municípios, discutindo a ocupação territorial. A reunião com os gestores aconteceu na cidade de Jundiá.

MERCADO

Atualmente, a Copergás comercializa em Pernambuco 1,1 milhão de metros cúbicos por dia. Os principais clientes são os segmentos industrial e automotivo, mas a companhia também desenvolveu um plano para aumentar sua participação no setor residencial. Pelo contrato assinado com a Petrobras, a distribuidora pode receber até 1,9 milhão de m³ por dia.

Fonte: Jornal do Commercio / Economia

Preço mantido até julho

Segundo o presidente da Copergás, Aldo Guedes, seriapossível reduzir ainda mais o preço se os donos de postos de combustíveis tivessem apresentado propostas para o leilão, conforme fez a indústria
Da Redação

O GNV vai se manter ao preço de R$ 1,69 até o fim de julho. Os dois lotes de gás natural adquiridos em leilão da Petrobras, com preços 35% menores, garantiam o preço menor apenas para maio e junho. Ontem, no entanto, a Copergás arrematou 20 mil metros cúbicos diários, em um segundo leilão de gás, para serem entregues em julho.

Desta forma, segundo o Sindicato do Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo de Pernambuco (Sindicombustíveis-PE), o GNV continuará nas bombas ao preço de R$ 1,69 até a revisão da tarifa, em 1º de agosto.

Em alguns postos, o metro cúbico do GNV chega a custar o mesmo que o litro do álcool, seu maior concorrente.

Em 1º de maio, a tarifa do gás natural caiu 3%, no entanto, esta redução só contribuiria para uma diminuição de R$ 0,02 no preço do gás que estava a R$ 1,85.

Somente com a aquisição dos lotes, em metros cúbicos, de 20 mil, para o mês de maio, e de 30 mil, para junho, é que foi possível deixar o gás no patamar de R$ 1,69.

Segundo o presidente da Copergás, Aldo Guedes, seriapossível reduzir ainda mais o preço se os donos de postos de combustíveis tivessem apresentado propostas para o leilão, conforme fez a indústria.

“Não dava para comprar um lote maior, sem o comprometimento do setor, porque teríamos que pagar pelo gás, mesmo sem ser consumido”, diz Guedes.

“O mercado de GNV se retraiu muito. Não sabemos se o consumo crescerá, mesmo com esse preço de R$ 1,69″, afirma o presidente do Sindicombustíveis, José Afonso Nóbrega.

Fonte: Diario de Pernambuco / Economia

Estatal quer ampliar a venda de gás natural

A Copergás vai lançar uma campanha sobre as vantagens do gás veicular para tentar recuperar as vendas, que registraram queda no primeiro trimestre do ano. O investimento será de R$ 100 mil
A Companhia Pernambucana de Gás Natural (Copergás) vai investir R$ 100 mil numa campanha de marketing para apontar as vantagens do gás natural veicular (GNV) e tentar incentivar o aumento nas vendas do combustível, que registraram queda no primeiro trimestre do ano. A campanha, desenvolvida pela agência Aporte deverá ser lançada na próxima semana e ficará no ar por um período de 30 dias.

O presidente da Copergás, Aldo Guedes, diz que o mote da campanha será a comparação da rentabilidade do GNV na comparação com o álcool. “O usuário tem a tendência psicológica de abastecer com o combustível que está com o preço mais baixo na bomba. Apesar de o litro do álcool ter preço entre R$ 1,49 e R$ 1,59, é possível rodar mais com o metro cúbico de gás natural”, destaca.

A campanha, que terá peças como outdoors, backbus e spots de rádio, vai conscientizar o consumidor de que com R$ 2 de GNV o usuário roda o dobro do que faria com o álcool. Um veículo, médio, por exemplo, roda sete quilômetros com um litro de álcool, contra 13 quilômetros de um carro com um metro cúbico (m³) de GNV.

Desde o início deste mês, o preço do GNV nos postos pernambucanos caiu de R$ 1,84 por metro cúbico para R$ 1,69. A redução foi motivada pela redução de 3% na tarifa do gás natural, que começou a vigorar desde o último da 1º, além das compras do energético a um preço mais barato nos leilões da Petrobras.

Leilão

Ontem a Petrobras realizou o segundo leilão de gás excedente no País, comercializando o energético a um preço menor às distribuidoras brasileiras. No pregão eletrônico, a Copergás adquiriu 50 mil m³ de gás para entrega no mês de julho. Aldo Guedes explica que, desse total, 23 mil m³ serão disponibilizados para o setor industrial e o restante para o segmento de GNV. Dentre as empresas que apresentaram propostas para receber o gás estão a Companhia Industrial de Vidros (CIV), Alcoa, Terphane e Corn Products. “Conseguimos adquirir o gás no leilão da Petrobras cerca de 32% mais barato que o valor médio atual”, diz.

Segundo Guedes, também é aguardada uma nova queda no preço do gás natural, na próxima correção do item, que será realizada em agosto. “Acreditamos que ao longo de 2009, a queda nos preços poderá chegar a 20%. E esperamos que os postos de combustíveis também acompanhem essa redução. Assim o setor poderá se recuperar”, observa, numa referência aos reajustes positivos aplicados ao longo dos últimos dois anos, que afastou o consumidor do gás, principalmente no setor de GNV.

Fonte: Jornal do Commercio / Economia

Copergás arrremata 55 mil metros cúbicos

Do total arrematado, 35 mil metros cúbicos de gás serão utilizados pelas empresas CIV, Terfhane, Alcoa e a Corne Products

Jamille Coelho

No dia 1° de agosto – quando haverá reajuste trimestral no preço do gás, provavelmente os consumidores terão mais uma redução nas bombas. A afirmação é do presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), Aldo Guedes. Atualmente o metro cúbico do combustível custa R$ 1,69.

Durante a segunda rodada de arremate de gás natural, realizada ontem pela Petrobras, a Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) adquiriu um volume de 55 mil metros cúbicos de gás por dia, com 32% de desconto. Do total arrematado, 35 mil metros cúbicos de gás serão utilizados pelas empresas CIV, Terfhane, Alcoa e a Corne Products. Os outros 20 mil metros cúbicos a companhia comprou para o Gás Natural Veicular (GNV). De acordo com o presidente da Copergás, Aldo Guedes, a CIV está diminuindo em 10% a demanda de energia fornecida pela Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) e aumentando em 10% o consumo do gás.

“Depois que participamos do primeiro leilão sentimos que, na primeira semana, tivemos um crescimento de 10% nas vendas. Além disso, tivemos a redução no preço do gás no dia primeiro de maio”. Ele disse que o volume adquirido nos dois leilões foi proposto de acordo com a solicitação feita pelas empresas. Os volumes serão entregues em maio, junho e julho.

Fonte: Folha de Pernambuco / Economia

Motorista já paga menos por gás natural no Recife

Metro cúbico do GNV baixou de R$ 1,849 para R$ 1,699 nas revendas
O Gás Natural Veicular (GNV) já está sendo vendido por R$ 1,699 em grande parte dos postos do Recife. Espera-se que hoje a redução atinja 100% da rede de revenda do combustível no estado. A queda no preço do produto, que estava nas bombas por R$ 1,849, se deve à redução de 3% na tarifa, em vigor desde de 1º de maio, e à aquisição de um lote por um preço 35% menor em leilão de gás promovido pela Petrobras. Com o reajuste negativo, o GNV encosta no preço do álcool, que atualmente está à venda por valores entre R$ 1,599 e R$1,699. A expectativa é que o consumo do gás veicular cresça mais de 10%. Segundo a Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), a partir de 20 de maio, uma nova redução pode chegar às bombas.

A economia de R$ 0,15 no preço do metro cúbico de GNV deixou o taxista Edmilson Gomes, 59 anos, animado. Por dia, ele consome cerca de 22 m3. Pelo preço de R$ 1,849, ele desembolsava R$ 40,67. Agora o mesmo volume de combustível sai por R$ 37,37. A economia de R$ 3,30 por dia parece pouco, mas ao fim do mês representa uma redução de R$ 99. “Com este dinheiro, vou reforçar a feira lá de casa”, conta Gomes. Outro taxista que estava comemorando a mudança de preço nas bombas foi João Matias, 46. Serão R$ 60 a menos nos gastos com o combustível neste mês de maio. “Vai ajudar a pagar as dívidas”, comenta ele.

Neste momento, a produção do maior concorrente do gás natural, o álcool, está em fase de entressafra. Em muitos postos visitados pela reportagem, o álcool oscilava entre R$ 1,58 e R$ 1,59, mas havia locais em que estava pelo mesmo preço do gás natural, R$ 1,69. “Eu nunca deixei de usar o gás natural, mesmo quando estava mais caro, porque ele rende bem mais que o álcool. E agora que está custando o mesmo que o álcool, não há dúvidas que o GNV é a melhor opção”, afirma o representante comercial Carlos Moreira, 29. De uma forma geral, o rendimento do álcool é de 7 km por litro. Enquanto isso, o metro cúbico de GNV roda em média 10 km.

Mas apesar das medidas que reduziram o valor do GNV estarem em vigor desde o dia 1º, nem todos os postos haviam modificado o preço até ontem. O taxista João Matias, por exemplo, só encontrou o valor menor ao pesquisar em um segundo posto. Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo de Pernambuco (Sindicombustíveis-PE), José Afonso Nóbrega, a alteração não ocorreu em todos os postos por questões técnicas. “Muitos dependem da empresa de manutenção para fazer a mudança de valor na bomba de gás natural. Em alguns postos, o técnico só foi hoje (ontem) à tarde. Mas a partir de amanhã (hoje), todos estarão vendendo o GNV a R$ 1,69″. No primeiro dia útil do mês, o setor verificou uma grande procura pelo GNV. “O movimento foi intenso. A nossa expectativa é que as vendas cresçam mais de 10% neste mês”.

Variações – O próximo reajuste do gás natural só ocorre em agosto. Mas, até lá, o combustível pode passar por variações de preço, dependendo do resultado do 2º Leilão de Gás que será promovido pela Petrobras, no próximo dia 12. A Copergás pretende arrematar lotes para os meses de maio, junho e julho e disponibilizá-lo para o segmento veicular. “Conseguimos uma queda de 35% e vamos tentar dar lances menores ainda. Como o gás arrematado neste leilão será enviado a partir de 20 de maio, novas alterações de preço podem ocorrer depois dessa data”, afirma Aldo Guedes.

Fonte: Diario de Pernambuco / Economia

Metro cúbico do GNV deve cair até R$ 0,18

Redução foi possível após compra de gás mais barato
O preço do metro cúbico (m3) do Gás Natural Veicular (GNV) deve ter uma queda nas bombas de R$ 0,15 a R$ 0,18 a partir da próxima segunda-feira. Essa é a expectativa da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) depois que a empresa arrematou 117 mil m3 de gás com 35% de desconto, no primeiro leilão realizado na semana passada pela Petrobras. A arrecadação antecipada da Margem de Valor Agregado (MVA), cobrada pela Secretaria da Fazenda, e a queda de 3% no reajuste trimestral do GNV, que entra em vigor hoje, são outras contribuições para a diminuição do valor que chegará aos postos.

“Enxergamos que é um momento para alavancar as montadoras de ‘kit gás’ e as oficinas”, afirmou o presidente da Copergás, Aldo Guedes. Segundo ele, os postos cobrarão valores entre R$ 1,68 e R$ 1,71 o metro cúbico. Atualmente, o preço médio é de R$ 1,849.

Para o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Pernambuco (Sindicombustíveis-PE), José Afonso Nóbrega, a queda nas bombas será menor do que a esperada pela Copergás. “Claro que é uma injeção nova, que tenta mais uma vez ativar o mercado, que está estagnado. Mas, se houver reação com o leilão e o consumo for alterado, a redução deve ficar no máximo entre R$ 0,13 e R$ 0,15”.

Após o sucesso do último leilão de gás natural para a Copergás, a Petrobras anunciou mais uma rodada de arremates para o próximo dia 12, em que serão colocados à venda os volumes que não foram adquiridos. “A perspectiva é trabalhar com um desconto ainda maior do que os 35%”, comemorou Aldo Guedes. O edital será publicado na próxima segunda-feira e os volumes arrematados serão entregues em maio, junho e julho.

Fonte: Folha de Pernambuco / Economia

Alternativas para reduzir aumento na conta de luz

Clientes de alta tensão buscam saídas para minimizar reajuste de 12,20%
Grandes consumidores de energia elétrica estão buscando alternativas para amenizar o aumento de até 12,20%, na revisão de tarifas que entrou em vigor na última quinta-feira. A troca de energia elétrica por gás natural é um das opções que se torna viável com os leilões promovidos pela Petrobras, em virtude da sobra de gás que há no mercado. A próxima oportunidade para arrematar um lote é no dia 12 de maio. Outra saída é buscar ajuda especializada para reduzir desperdícios, melhorar a eficiência do consumo dos aparelhos e ter uma geração própria de energia para os horários de ponta.

Os clientes da alta tensão não escapariam do aumento. A Agência Nacional de Energia Elétrica havia autorizado uma alta de 6,26% para a classe A1 (acima de 230 kV), que tem apenas cinco consumidores no estado. De 7,9% para a A3 (69 kV), que tem 47 clientes, e de 4,12% para a A4 (2,3 a 25 kV), com quase cinco mil empresas, entre comerciais e industriais. Mas, devido a uma açãojudicial da Celpe, este aumento acabou sendo muito maior: subiu +7,80%,+12,20% e + 11,41% para os níveis A1,A3 e A4, respectivamente.

A Companhia Industrial de Vidros (CIV) que possui uma unidade em Recife, na classe A3, e em Vitória, na faixa A4, é uma das que vão sofrer uma alta considerável nos insumos. “Cerca de 18% do custo do nosso produto é energia”, comenta o diretor industrial, Odir Pedrazzi. Para evitar uma alta nos produtos, a empresa estuda substituir 10% do consumo de energia elétrica pelo gás natural. Hoje, esta troca é viável devido aos leilões de gás que estão sendo promovidos pela Petrobras. No primeiro leilão de gás, a empresa adquiriu um lote de 23 mil metros cúbicos por dia para o mês de junho, por um preço 35% abaixo da tarifa normal. Agora, a empresa pretende arrematar outras cotas no leilão que ocorrerá no próximo dia 12. “Esse gás do leilão é uma oportunidade que a gente tem de manter o nosso custo competitivo”, diz Pedrazzi.

O leilão é restrito a distribuidoras de gás. Segundo o presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), Aldo Guedes, nesta segunda-feira, a distribuidora vai se reunir com as indústrias para colher propostas de lances. “A empresa diz o volume e quanto quer pagar. Nós reunimos as propostas e tentamos atender às demandas”, explica ele. A expectativa de Guedes é conseguir o gás por um preço 35% menor, como no outro leilão. Os volumes arrematados são para os meses de maio, junho e julho. “Como houve um grande aumento na energia elétrica, esperamos um interesse maior das indústrias neste leilão”.

Fonte: Diario de Pernambuco / Economia

Gás de Caruaru

Com previsão de funcionamento em agosto, o gasoduto Recife-Caruaru já é objeto de reuniões da Copergás com o empresariado. Esta semana, na Associação Comercial de Caruaru, a empresa apresentou as vantagens do gás natural para a indústria e o comércio local.

Fonte: Jornal do Commercio / Economia / JC Negócios (Fernando Castilho)

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