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Um novo ramal da rede de gasodutos de Pernambuco está em operação desde o começo desta semana. É o gasoduto Olinda/Paulista, com 13,2 km de extensão e capacidade para receber, diariamente, um volume de gás natural estimado em 100 mil metros cúbicos, conforme dados da Gerência de Mercado e Tecnologias da Copergás.
Com o gasoduto Olinda/Paulista as redes de distribuição dos municípios de Olinda e Paulista ficam interligadas, o que permite a Copergás atender às demandas de consumo nos setores Industrial e Veicular da região no entorno da rodovia PE-15. O gasoduto, em aço carbono, possui oito polegadas de diâmetro e resulta de um investimento de R$ 1,8 milhão realizado pela Copergás.
De acordo com o diretor técnico-comercial da Copergás, Jailson Galvão, o funcionamento do Olinda/Paulista oferece maior volume de gás e melhor confiabilidade da rede para a região de abrangência do ramal. O potencial inicial de consumo da área fica em torno de 50 mil metros cúbicos/dia.
Do volume previsto para consumo pelo novo gasoduto, perto de 40 mil metros cúbicos/dia serão destinados para o setor Industrial. Os demais (10 mil) devem atender à demanda do setor Veicular com o fornecimento de GNV (Gás Natural Veicular) para três postos de combustíveis. Com a nova oferta, também será possível atender a outros segmentos.
A malha de gasodutos de Pernambuco conta com mais de 400 km atualmente e o Estado soma um consumo médio de gás natural por volta de 1 milhão de metros cúbicos/dia, que atendem aos setores Industrial, Comercial, Veicular, Residencial e Cogeração.
Fonte: Assessoria de Comunicação
Uma nova modalidade de emprego para o gás natural foi o tema do encontro ocorrido hoje, dia 28, entre a direção da Copergás e pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Trata-se do Gás Natural Adsortivo (GNA) que, entre suas vantagens, está o fato de poder ser armazenado em maior quantidade em ambientes fechados quando comparado com outros procedimentos de confinamento do energético.
O estudo está em desenvolvimento no Departamento de Engenharia Química da UFPE e foi apresentado na reunião pelo professor César Abreu. O pesquisador explicou que pelo GNA é possível armazenar um volume 50% maior do combustível. O procedimento utiliza o carvão ativado como meio para transformação do gás. Com isso, também é possível reduzir o peso dos reservatórios para melhorar a operacionalização.
O presidente da Copergás, Aldo Guedes, considerou o projeto de importância fundamental, principalmente como alternativa para levar o gás natural ao Sertão do Araripe. O produto poderá ser mais facilmente transportado por meio de carretas. “Precisamos montar um projeto piloto em parceria com outras distribuidoras e a Petrobras para avaliar o uso do GNA e seus benefícios”, destacou Guedes.
Para dar prosseguimento a tais parcerias ficou definido que haverá novas reuniões voltadas para o detalhamento do projeto junto aos possíveis parceiros. “Estamos dispostos a aprofundar as relações e levarmos em frente a iniciativa”, incentivou o presidente. Atualmente, o Sertão do Araripe sofre com o desmatamento para uso da madeira como combustível. A Copergás espera usar o gás natural como solução ambientalmente mais apropriada para a região.
Fonte: Assessoria de Comunicação
Copergás segura preço para incentivar o consumo do GNV
O preço do metro cúbico do gás natural veicular (GNV) deve se manter no patamar médio de R$ 1,69 pelos próximos três meses nos postos pernambucanos. A Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) decidiu absorver o reajuste de 1% repassado pela Petrobras às distribuidoras. O objetivo é dar continuidade à campanha de estímulo à compra de kits de GNV, que foi lançada desde o início de junho, mas até agora ainda não apresentou os resultados esperados. Os setores comercial, residencial e industrial também ficarão livres do aumento.
O equipamento de conversão – que custa em média R$ 2 mil -, está saindo por R$ 1.500 para motoristas e taxistas, pois a Copergás está bancando os outros R$ 500. Do início da campanha até agora, só foram instalados 110 kits, enquanto o objetivo inicial era beneficiar 1.000 automóveis em seis meses.
Ontem, a diretoria da Copergás se reuniu com representantes do Sindicato dos Revendedores de Combustíveis do Estado (Sindicombustíveis-PE) para cobrar mais investimento na divulgação do subsídio. Segundo Rafael Coelho, coordenador de GNV do sindicato, já foram gastos os R$ 100 mil planejados para as ações na mídia. “O dinheiro foi arrecadado entre os empresários do ramo. Dos 78 postos de gás do Estado, 54 contribuíram com valores que variam entre R$ 1,2 mil e R$ 1,8 mil”, revela.
A campanha publicitária foi executada pela Aporte. Empresários e Copergás se reunirão novamente na próxima semana para definir outro cronograma de divulgação. “O desafio é fazer uma publicidade que se destaque no período das eleições, quando a cidade fica impregnada de propaganda política em todas as mídias”.
A cadeia de gás passa por dificuldades desde 2007, quando os aumentos a cada três meses começaram a afetar o preço do combustível. Nesse período, o consumo de GNV caiu 30%, falindo diversas empresas de instalação em Pernambuco. Atualmente ainda restam 15 atuando no Estado, das quais apenas cinco estão em situação regularizada para participar da atual campanha.
Segundo o presidente da Copergás, Aldo Guedes, a fase aguda da crise já passou. Depois do início da campanha, a venda de gás subiu de R$ 157 mil m³/dia para 180 m³/dia. Trata-se de um crescimento de 13%. O objetivo é de que até o final do ano o consumo diário de gás nas bombas alcance 230 mil m³.
Enquanto com 1 m³ de GNV um veículo 1.0 percorre até 12 Km, com um litro de álcool ele não supera 7 km. “O consumidor não faz essa conta. Por isso o álcool continua sendo o principal inimigo do gás”, acredita o empresário Fernando Gazineu, dono de oito postos.
Apesar das dificuldades, os primeiros impactos da campanha já são sentidos. A empresa Via Gás, por exemplo, foi responsável sozinha pela instalação de 72 dos 110 kits. O segredo, segundo empresário Eimar Moraes, é parcelar em 12 vezes a compra do equipamento. As demais instaladoras aguardam a entrada do banco Cacique no financiamento dos kits para o consumidor.
Fonte: Jornal do Commercio / Economia / 22-07-2010
Motoristas podem financiar aquisição em até 24 meses
A campanha GNV Pit Stop, que oferece um bônus de R$ 500 para a instalação de kit gás em mil veículos, segue até novembro. Até agora, a Copergás subsidiou a conversão de 108 carros. Número que pode ser considerado bem aquém da expectativa. Para tentar aquecer as vendas do kit, além do desconto, também será oferecida uma linha de crédito para financiar a aquisição do kit em até 24 meses. As parcelas do financiamento saem a partir de R$ 80.
De acordo com a direção da Copergás, a linha de crédito passa a vigorar ainda neste mês, através do banco Cacique. Com o bônus de R$ 500 da campanha, o custo do kit sai a partir de R$ 1,5 mil. “A economia que a pessoa tem no abastecimento do veículo já paga as prestações”, promete a presidente do Sindicato das Convertedoras de GNV de Pernambuco, Lisonete Costa.
A campanha GNV Pit Stop, com oferta do bônus na instalação do kit gás para os primeiros mil veículos que procurarem as empresas credenciadas, foi lançada em maio. Mês passado, o diretor comercial da Copergás, Jailson Galvão, revelou que a companhia esperava atingir o volume de 1 mil carros em um trimestre. Lisonete Costa confirma que os dois primeiros meses da GNV Pit Stop foram fracos. Mas garante que a procura melhorou em julho.
O preço do gás natural é considerado um entrave. Mas, pelo menos, agosto chegará com um alento. A Copergás decidiu absorver o aumento de 0,94% pedido pela Petrobras, beneficiando todos os segmentos de consumo. Com isso, o valor do metro cúbico do GNV permanecerá nas bombas dos postos por R$ 1,69.
Com o repasse do reajuste da Petrobras, a tarifa sofreria uma alta média de 0,88%. “Entendemos que não é a hora de repassar esse aumento”, afirma o presidente da Copergás, Aldo Guedes. Em março deste ano, a companhia adquiriu um lote de 120 mil metros cúbicos diários por um custo 45,5% menor, para fornecimento entre abril e outubro deste ano. “Dessa forma, a parte a ser absorvida pela Copergás é de 0,68% e não trará desequilíbrio financeiro para a companhia”, detalha Guedes.
Foi por causa desse gás do leilão que a tarifa do GNV caiu 4,91% na revisão trimestral da tarifa realizada em maio, apesar do aumento médio de 2,61% no gás natural. Até então, o segmento veicular não estava sendo beneficiado pelo lotes, porque, pelas regras do leilão, os postos só teriam acesso ao gás mais barato quando todo o volume contratado fosse consumido.
Como não havia crescimento de vendas no segmento, os postos não conseguiam ultrapassar a demanda de contrato. Assim, com objetivo de alavancar o consumo do GNV, a Copergás repassou os preços do gás do leilão diretamente para a tarifa.
Serviço:
Onde converter
Auto Gás Norte – 3267.8198
Lidergás – 3453.2296
Pernambuco Gás – 3428.3928
Via Gás – 3493.0820
Mastergás – 3053.5675
Fonte: Diario de Pernambuco / Economia / 22-07-2010
Jamille Coelho
Os proprietários de veículos a gás que estavam aguardando reajuste positivo em agosto não pagarão mais pelo metro cúbico do produto. Isso porque a Companhia Pernambucana de Gás Natural (Copergás) não repassou o reajuste médio trimestral determinado pela Petrobras de 1% para serem aplicados nos segmentos de gás residencial, comercial, co-geração, industrial e Gás Natural Veícular (GNV). As informações foram passadas pelo presidente da Copergás, Aldo Guedes, ontem, durante uma reunião do setor para discutir o andamento da campanha – lançada em junho -, que incentiva a instalação de kits a gás, com descontos de R$ 500 para o cliente. O custo normal para a instalação é de R$ 2 mil, mas o proprietário do veículo paga R$ 1,5 mil e o restante é arcado pela Copergás. Até então, foram instalados 110 kits.
O Sindicombustíveis -PE se comprometeu com R$ 100 mil para a publicidade da campanha. Segundo o coordenador do sindicato, Rafael Coelho, cada posto de bandeira branca entraria com uma contrapartida de R$ 1,2 mil. Já os de bandeira (da Petrobras, Texaco e Shell) teriam que pagar R$ 900 e as distribuidoras, outros R$ 900 para totalizar R$ 1,8 mil.
Só a Petrobras não cumpriu porque, conforme o assessor Comercial da Estatal, Antônio Figueira, o próprio sindicato não passou a relação dos postos da bandeira que aderiram à campanha, o que prejudicou o repasse. Hoje, o Sincombustíveis encaminhará a relação e o repasse da Petrobras será feito instantaneamente. Para completar, segundo o proprietário da Auto Service, Eimar Moraes, os fabricantes de cilindros de gás aumentaram o preço dos equipamentos em 10%.
Fonte: Folha de Pernambuco / Economia / 22-07-2010
Perspectivas de novos mercados e alternativas para o mercado secundário de gás natural. Estes são os principais assuntos que serão discutidos, amanhã (dia 21), durante o encontro de diretores técnico-comerciais das distribuidoras de gás natural do Nordeste Setentrional, que acontece na sede da Copergás, no Recife. A reunião vai ocorrer das 9 às 17 horas, com diretores da Copergás, Potigás, PBGás, Algás e Cegás.
O diretor técnico-comercial da Copergás, Jailson Galvão, anfitrião do encontro, explica que ainda não há uma alternativa viável para o uso do gás natural secundário e espera que as discussões sejam promissoras com relação ao assunto. O gás secundário é aquele não despachado para as térmicas.
O convite para o encontro ocorrer no Recife partiu da própria Copergás, que viu a oportunidade para dirigentes de outras distribuidoras conhecerem as novas instalações da Companhia, inaugurada em dezembro passado.
A Copergás detém uma rede de distribuição com mais de 400 km de gasodutos e atende aos mercados industrial, cogeração, veicular, comercial e residencial com uma oferta em torno de 1 milhão de metros cúbicos de gás natural/dia.
Fonte: Assessoria de Comunicação
O presidente da Copergás, Aldo Guedes, recepcionou na manhã de hoje, 20, um grupo de trainees da Mitsui Gás e Energia do Brasil na sede da Companhia, no Recife. Os 12 jovens integram o Programa de Treinamento nas Companhias de Distribuição de Gás Locais. Na abertura também estavam os demais diretores da Copergás: Jailson Galvão, técnico-comercial, e Raimundo Bastos, administrativo-financeiro.
Ao receber o grupo, Guedes falou sobre a evolução do setor de gás em Pernambuco, o crescimento da Copergás e as conquistas da empresa nos últimos anos. A Copergás foi escolhida para a visita por ser referência do setor na região. O presidente aproveitou a ocasião para agradecer a iniciativa da Mitsui em enviar donativos para os desabrigados da últimas chuvas em Pernambuco.
Após a abertura foi realizada uma apresentação institucional da Companhia, palestras sobre o mercado de gás natural em Pernambuco e as políticas e estratégias da Copergás. Concluída esta etapa, o grupo visitou o Citygate de Paratibe, localizado no município de Paulista, na Região Metropolitana do Recife, além da construção do ramal do Paiva e uma estação de GNV (gás natural veicular). O encontro foi finalizado com uma visita às instalações da Copergás, cujo prédio foi inaugurado no final do ano passado.
A Copergás é uma empresa de economia mista, que tem como sócios o Governo de Pernambuco, a Gaspetro e a Mitsui. Atualmente, a Companhia fornece uma média de 1 milhão de metros cúbicos de gás natural/dia e possui uma rede de distribuição superior a 400Km de gasodutos. A Companhia atende aos segmentos industrial, veicular, cogeração, residencial e comercial, além de fornecer gás para o setor termelétrico.
Fonte: Assessoria de Comunicação
O gás natural é o único combustível que abastece os restaurantes da praça de alimentação da 11ª Fenearte – Feira Nacional de Negócios do Artesanato, que acontece no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, desde o dia 2 até o próximo domingo (11). Para atender ao evento, a Companhia Pernambucana de Gás – Copergás disponibilizou uma carreta que manterá o fornecimento do energético durante todo o evento. A Fenearte é considerada a maior feira do gênero da América Latina, com mais de 4,5 mil expositores e estimativa de público de 270 mil visitantes.
De acordo com o diretor técnico-comercial da Copergás, Jailson Galvão, o gás natural abastece todos os restaurantes e lanchonetes da Fenearte com uma média de consumo em torno de 40 metros cúbicos/dia. Nesta edição da Fenearte, o combustível está sendo usado, exclusivamente, para cozinhar. A área de alimentação da Fenearte é composta por dez empreendimentos, todos equipados com fogões industriais.
Para o proprietário da Casa da Macaxeira, Fred Passos, o gás natural tem sido bastante útil. “O fornecimento tem atendido nossas expectativas, o que contribui para o desenvolvimento das atividades na feira”, atesta Passos. A 11ª Fenearte fica aberta para visitação desta segunda a quinta-feira, das 14 às 22h e de sexta a domingo, das 10h às 22h.
O gás natural em Pernambuco é consumido para uso em residências, comércio, indústrias e veículos. Atualmente o consumo médio no Estado é aproximadamente de 1 milhão de metros cúbicos/dia. A rede de distribuição do gás natural é superior a 400 km de gasodutos.
Fonte: Assessoria de Comunicação / Copergás
Mirella Falcão
Finalmente saiu o primeiro contrato para fornecimento industrial de Gás Natural Comprimido (GNC) por meio de carretas aos municípios que estão fora do trajeto do gasoduto. A alternativa vem sendo discutida pela Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) há anos e começou a ganhar fôlego com a conclusão da interligação até Caruaru, em dezembro. Ontem, a White Martins oficializou o abastecimento às duas primeiras indústrias a serem beneficiadas: Baterias Moura, localizada em Belo Jardim, no Agreste, e a unidade da Galvanisa de Carpina, na Zona da Mata. O abastecimento através das carretas só é viável até um raio de 300 km, a partir de Caruaru,
A espera pelo gás na Baterias Moura já dura cinco anos. “No início, chegamos a cogitar com a Copergás o abastecimento vindo do Recife. Mas seria muito caro. Com esse gasoduto até Caruaru, o custo do frete se tornou menor”, relata Sérgio Moura, presidente executivo da Baterias Moura. Os benefícios financeiros explicam tamanho interesse: a empresa investiu R$ 1,2 milhão para fazer a conversão dos queimadores para o gás natural, mas só a economia com o combustível neste ano será de R$ 3 milhões. “O que vamos gastar com gás natural é 20% menos do que o custo com GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) e o BPF (óleo de Baixo Ponto de Fluidez) que eram usados nas nossas duas fábricas”, detalha ele. O fornecimento previsto é de 690 mil m3/mês.
O uso do gás natural ainda tem um apelo ambiental. “Não faz fumaça como as outras fontes de queima”, diz Moura. “O custo de manutenção também é muito menor”, acrescenta o diretor industrial da Galvaniza, Robson Cunha. A matriz em Igarassu já era atendida pelo gasoduto. “E essa nova fábrica em Carpina só foi viabilizada por causa do abastecimento com gás natural”, comenta Cunha. Com uma capacidade de 600 toneladas mês, seis vezes maior que as 100 toneladas produzidas em Igarassu, a empresa vai se tornar a quinta maior do país no segmento de galvanização. O consumo mensal da unidade é de 100 mil m3/mês.
As duas indústrias começam a receber o gás a partir de setembro. Agora a expectativa da Copergás, segundo o presidente Aldo Guedes, é que outras duas distribuidoras – CDGN e Mastergás – também firmem contrato. “Esse contrato com a White Martins mostra que é viável transportar o gás de Caruaru através das carretas”, comenta Guedes. Segundo o gerente executivo de gás natural da White Martins, Eduardo Luna, outras dez empresas do ramo de metalurgia, têxtil e alimentos estão sendo prospectadas.
Mas o custo do transporte do gás de Caruaru até essas indústrias só compensa se elas estiverem situadas em um raio de até 300 km, como a Baterias Moura, que está a 60 km, e a Galvaniza de Carpina, a 100 km. Dentro desse raio de atuação, uma possível cliente é a Perdigão, localizada em Bom Conselho, a cerca de 150 km de Caruaru. “Como a Sadia já usa o gás, por causa do gasoduto Recife-Vitória, o grupo também tem o interesse de levar o gás natural para a Perdigão”, comenta Aldo Guedes.
Fonte: Diario de Pernambuco – Economia – 02/07/2010
Jamille Coelho
Os municípios do Interior do Estado que ainda não são contemplados pela tubulação de gasoduto começam a receber gás natural transportado por carretas. Isso porque a Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) firmou, ontem, o primeiro contrato (com validade de cinco anos) para a interiorização do produto com a White Martins, que transportará o Gás Natural Comprimido (GNC). A princípio, a companhia fornecerá 25 mil metros cúbicos/dia que serão comprimidos pela White Martins. As duas primeiras indústrias a receberem o combustível de modo contínuo na forma de GNC são as Baterias Moura, localizada em Belo Jardim, no Agreste pernambucano, e a Galvanisa, empresa instalada na cidade de Carpina, na Zona da Mata.
O GNC sairá da Central de Distribuição de GNC da Copergás, em Caruaru, onde a White Martins já está construindo sua base para comprimir o produto a ser transportado. De acordo com o gerente de Gás Natural da White Martins, Eduardo Lima, a planta estará pronta em outubro e a distribuição começa em novembro. “Hoje contamos com dois clientes âncoras (Baterias Moura e Galvanisa), mas estamos conversando com mais dez empresas do Agreste pernambucano ligadas à indústria têxtil, ao setor de alimentos e outros. Até o final do ano fecharemos mais contratos”, declarou.
De acordo com um dos presidentes executivos da Baterias Moura, Paulo Gomes Sales, o gás natural vai substituir as fontes GLP e BPF, no processo de fabricação de cinco milhões de baterias (por ano). “Investimos R$ 1,2 milhões na troca dos equipamentos (conversão de queimadores e forno a gás), mas é um investimento que representará uma economia de mais de R$ 3 milhões por ano. Também geraremos energia a partir do gás, o que hoje fazemos com diesel e o excedente podemos vender para o mercado”, explicou. Para o presidente da Copergás, Aldo Guedes, a interiorização do GNC só foi possível graças à isenção do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e dos leilões de gás que vêm sendo realizados pela Petrobras.
Fonte: Folha de Pernambuco - Economia – 02/07/2010
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30 de julho de 2010 postado em 


