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Está em discussão no plenário da Câmara de Vereadores do Recife uma proposta que promete aumentar a competição entre gás natural e GLP na capital pernambucana. O Projeto de Lei 15/2011, de autoria da vereadora Marília Arraes (PSB), obriga os novos prédios recifenses a ter tubulações que aceitem os dois energéticos, cabendo a escolha ao consumidor.
Na prática, o projeto é uma atualização da lei municipal 16.292/1997, que trata apenas do GLP, embora o contrato de concessão da Copergás remonte a 1992. A regra é válida para edificações residenciais que possuam mais de oito pavimentos ou que sejam destinadas a hospitais e escolas, com área de construção superior a 750 m², e hotéis e restaurantes com área maior que 500 m².
O PL está, atualmente, em votação em plenário. Já foi aprovado na Comissão de Legislação e Justiça (CLJ) da Câmara do Recife e tramitou pelas comissões de Defesa dos Direitos Humanos; de Obra, Planejamento Urbano e Meio Ambiente; de Transporte e Trânsito; e de Finanças e Orçamento.
Se aprovado, o PL funcionará como motor para o desenvolvimento do mercado residencial de gás natural de Pernambuco. Hoje, a Copergás tem apenas 3,7 mil unidades consumidoras conectadas. A meta da companhia é atingir os 7,7 mil clientes residenciais até o final de 2011 e as 30 mil unidades consumidoras conectadas até 2014, em todo o estado
Na prática, o projeto é uma atualização da lei municipal 16.292/1997, que trata apenas do GLP, embora o contrato de concessão da Copergás remonte a 1992. A regra é válida para edificações residenciais que possuam mais de oito pavimentos ou que sejam destinadas a hospitais e escolas, com área de construção superior a 750 m², e hotéis e restaurantes com área maior que 500 m².
O PL está, atualmente, em votação em plenário. Já foi aprovado na Comissão de Legislação e Justiça (CLJ) da Câmara do Recife e tramitou pelas comissões de Defesa dos Direitos Humanos; de Obra, Planejamento Urbano e Meio Ambiente; de Transporte e Trânsito; e de Finanças e Orçamento.
Se aprovado, o PL funcionará como motor para o desenvolvimento do mercado residencial de gás natural de Pernambuco. Hoje, a Copergás tem apenas 3,7 mil unidades consumidoras conectadas. A meta da companhia é atingir os 7,7 mil clientes residenciais até o final de 2011 e as 30 mil unidades consumidoras conectadas até 2014, em todo o estado.
Fonte: EnergiaHoje – 24/06/2011
Projeto prevê que novas construções sejam abastecidas pela Copergás
Augusto Leite
Além de ser usado na cozinha, o GN serve para esquentar a água que sai das torneiras e como combustível para alguns ferros de passar e aparelhos de ar-condicionado. “É importante que se tenha uma alternativa energética para o cidadão. O acesso é dificultado pela falta da lei, apesar de não ser um empecilho total. Antigamente, os apartamentos tinham apenas botijões. Imagina um prédio pegando fogo?”, comenta Marília Arraes. O projeto atualiza a legislação municipal de 1997, que trata apenas do GLP, empregado apenas na cozinha. A proposta foi aprovada em todas as comissões da Câmara.
Nos próximos anos, a intenção é que os edifícios da Zona Norte também sejam contemplados. A Copergás tem hoje dez mil clientes residenciais contratados na Região Metropolitana do Recife (RMR) e pretende multiplicar por seis esse número até 2014. “Queremos chegar com a tubulação até o fim da rua dos Navegantes (em Boa Viagem) este ano, perto do Pina, para depois irmos para o lado da Madalena e do Espinheiro”, pontua o presidente da estatal, Aldo Guedes. O orçamento da empresa para 2011 é de R$ 12 milhões.
Para adequar os tubos do GLP para a utilização do GN, os condomínios de edificações concluídas podem contatar a Copergás, que já faz, por meio de uma terceirizada, visitas pela cidade. “Temos uma área mapeada e a adaptação é totalmente segura. Dependendo do consumo, bancamos 100% da conversão”, afirma Guedes. Ao eliminar a necessidade de botijões, mesmo que embaixo do prédio, o edifício e os apartamentos ficam mais seguros em relação a incêndios. O GLP é mais pesado do que o Gás Natural, que se dissipa no ar em caso de vazamento. O produto ainda tem a chance de ser usado em piscinas e saunas.
A vereadora Marília Arraes (PSB) deu entrada no Projeto de Lei 15/2011, que trata da universalização do Gás Natural nas casas dos recifenses. O objetivo é que os novos prédios residenciais sejam construídos com tubulações que aceitem tanto o Gás Natural (GN) como o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), de acordo com as especificações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), cabendo a escolha ao consumidor. A tubulação do GN passa por um ramal que atende um prédio com cerca de 20 famílias.
Na prática, o projeto atualiza a legislação municipal de 1997, que trata apenas do GLP, embora Pernambuco tenha uma concessionária de GN desde 1992, a Copergás. Além de e, principalmente, garantir uma série de melhoria na qualidade de vida da população. Entre elas, está o diferencial no custo de energia, que pode ter uma redução de 40% a 60%.
Isso porque, além da cozinha, o consumidor pode utilizar GN no chuveiro, no ferro e no ar condicionado, por exemplo. Destaca-se, ainda, que o gás natural não é estocado em botijões, não há perdas e a pessoa paga apenas o que consome. Atualmente, hospitais, lavanderias, restaurantes e shoppings já trabalham com o gás natural, devido ao seu diferencial financeiro.
“É importante que se tenha uma alternativa energética para o cidadão. Antigamente, os apartamentos tinham apenas botijões. Imagina um prédio pegando fogo? É a universalização de um bem, tornar ele acessível a toda população. Hoje, por não ter essa legislação, não é que seja um impecilho total, mas dificulta o acesso”, declarou Marília, autora do projeto.
Outro contraponto do GN é a segurança e o selo de ambientalmente correto. O GLP é quimicamente mais pesado do que o GN. Caso ocorra uma vazamento, o gás natural se dissipa no ar, garantindo a segurança dos cidadãos. Além disso, ele elimina menos resíduos do que outros hidrocarbonetos, devido as características químicas. Lembrando que todo poço de petróleo tem gás natural, que é a camada mais leve, localizada em cima da camada de óleo.
O PL já foi aprovado na Comissão de Legislação e Justiça (CLJ) da Câmara do Recife, tramitou pelas comissões de Defesa dos Direitos Humanos; de Obra, Planejamento Urbano e Meio Ambiente; de Transporte e Trânsito; e de Finanças e Orçamento. O próximo passo é ir para votação em plenário.
Fonte: Blog da Folha / 21-06-2011
Até o final deste mês começa a segunda fase da interiorização do gás natural para o Sertão do Araripe. Desta vez, a empresa Master Gás vai transportar, por meio de carretas, 100 mil metros cúbicos de gás natural para o município de Araripina (690 Km do Recife). Nesta etapa serão abastecidas as indústrias Gesso Forte, SM Gesso e Supergesso. A Master Gás venceu a licitação para executar o serviço que terá duração de 90 dias.
A primeira etapa do fornecimento de gás natural para o Polo Gesseiro do Sertão do Araripe foi efetuada em março deste ano com o carregamento de 5 mil metros cúbicos de gás natural para a Gesso Forte. De acordo com o presidente da Copergás, Aldo Guedes, a nova fase deste processo servirá para avaliar o uso do gás natural com consumo de longo prazo no forno que recebeu o fornecimento inicial, além de testar novos fornos.
O gás natural que segue nesta segunda etapa de abastecimento tem, ainda, a finalidade de substituir o coque, em um dos fornos, e o óleo em outro. Assim, será necessário verificar durante os 90 dias como os equipamentos se comportam com o uso de novo combustível. “Se mantiver a adequação que tem apresentado, serão mantidos os procedimentos atuais”, informa o diretor técnico-comercial da Copergás, Jailson Galvão.
O potencial de consumo do Polo Gesseiro é de 200 mil metros cúbicos/dia. Inicialmente, com o consumo de três empresas, o volume deve chagar a 10 mil metros cúbicos/dia, podendo alcançar 50 mil em 2012. A previsão da Copergás é de que no mesmo ano seja instalada uma central de distribuição do gás natural na região e construída uma rede distrital nos municípios de Araripina e Trindade. A rede deve ser composta por tubos em PEAD (Polietileno de Alta Densidade).
A adoção do uso do gás natural no Polo Gesseiro do Araripe, além de representar uma mudança na matriz energética, é uma alternativa viável para eliminar o desmatamento provocado pelo uso da lenha em fornos. Outro ponto positivo é a isenção de ICMS, autorizada pelo governador Eduardo Campos para o gás natural de uso industrial naquela região e em localidades ainda não comtempladas por gasodutos.
Fonte: Assessoria de Comunicação
A Copergás firmou contrato com a metalúrgica paulista Alnor, que passa a operar, até o final deste ano, uma planta na cidade de Caruaru (120 km do Recife). Para atender ao novo cliente a Copergás vai construir um ramal com 620 metros de extensão, composto por tubos de aço de 3 polegadas em um investimento de R$ 226 mil, com recursos próprios.
Com a entrada da metalúrgica, o uso de gás natural abrangendo todos os consumidores de Caruaru deve atingir, no próximo ano, cerca de 50 mil metros cúbicos/dia. O diretor técnico-comercial da Copergás, Jailson Galvão, revela que quando a indústria estiver em plena produção, o que deverá ocorrer em 2012, o consumo de gás natural da mesma será um dos maiores da cidade.
A implantação da Alnor em Caruaru é fruto de um investimento total de R$ 110 milhões. A fábrica produz lingotes de cobre, tarugos, perfis e vergalhões de alumínio. Em carga plena, a indústria vai garantir 1,1 mil empregos. O gás natural a ser consumido pela Alnor será proveniente do Gasoduto da Interiorização Recife/Caruaru, inaugurado pelo Governo de Pernambuco em 2009.
Fonte: Assessoria de Comunicação
Durante esta semana, o Sistema de Gestão Integrada (SGI) da Copergás enfrenta sua primeira auditoria rumo a Certificação. O processo para esta conquista teve inicio em 2010 a cargo da Cordenadoria de Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Companhia com a consultoria da RS2.
Hoje (7) e amanhã (8) ocorrem as primeiras auditorias de avaliação dos requisitos necessários para validar a certificação. O processo está sendo desenvolvido pela empresa avaliadora ABNT, que venceu licitação voltada para o trabalho.
A Copergás busca as certificações ISO 9001, ISO 14001, e OHSAS 18001 para todos os setores da distribuidora. A ISO 9001 trata especificamente da gestão de qualidade. A 14001 determina elementos para uma eficiente gestão ambiental e a OHSAS é voltada para ações referentes à gestão de segurança e saúde no trabalho.
A Copergás já possui a certificação ISO 9001, adquirida em 2009 pela Coordenadoria de Distribuição. A partir daí começou a elaborar procedimentos voltados para ampliar a conquista. Dessa forma, foi avaliado que a pleito deveria incluir todo o sistema de gestão. A Copergás é uma das maiores distribuidoras de gás natural do Nordeste com uma rede de gasodutos superior a 450 km e um fornecimento médio do energético em torno de 1 milhão de metros cúbicos/dia.
Fonte: Assessoria de Comunicação
Para marcar a Semana do Meio Ambiente, que acontece de hoje (6) até a sexta (10), a Copergás preparou uma programação que engloba mensagens, palestras e uma campanha pela reciclagem no ambiente de trabalho e nas residências. A iniciativa é da coordenadoria de Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde (QSMS) e a execução a cargo do setor de Responsabilidade Social da Companhia.
A semana começou com uma mensagem que esclarece sobre coleta seletiva. Na quarta-feira (8) está programada uma palestra, no auditório da Companhia. O tema é meio ambiente e confecção de suporte para notebook. Na quinta-feira (dia 9) será a vez da campanha PEAD (Polietileno de Alta Densidade) em nossas vidas – reciclagem a todo gás, quando haverá distribuição de brindes, fabricados em PEAD, voltados para a coleta seletiva/reciclagem.
As atividades da semana terminam na sexta-feira, com uma exposição de fotos que tem a finalidade de analisar o dia a dia de cada colaborador, na Copergás e provocar mudanças. A Copergás conta com 150 colaboradores lotados na Presidência, Diretoria Administrativo-Financeira e Diretoria Técnico-Comercial.
Fonte: Assessoria de Comunicação
Buscando aperfeiçoar o sistema de medição do GNV (Gás Natural Veicular) em Pernambuco, a Copergás reuniu nesta quinta-feira (2), no auditório da Companhia, técnicos de metrologia do Ipem – Instituto de Pesos e Medidas. O órgão é o responsável no Estado pela medição de combustíveis, entre eles o GNV.
O encontro foi aberto com uma apresentação da Copergás feita pelo engenheiro operacional Clebson Campelo. Logo após, o engenheiro operacional Rafael Mendes abordou os equipamentos de medição e foi seguido pelo mantenedor de rede, Rafael Pereira, que tratou das principais características do gás natural. Ainda pela Copergás, o auxiliar técnico operacional Robson Clay explicou sobre cálculos de correção volumétrica e energética, e o técnico operacional Rafael Gerson explanou a respeito de softwares de medição.
Juntamente com a Copergás, o Ipem já vistoriou dois postos de GNV no Recife. A medida busca encontrar o equilíbrio entre as medições feitas pelos dois órgãos e garantir maior segurança para os usuários do gás natural. Participaram do encontro, pelo Ipem, o coordenador de Metrologia Legal, Otaviano Araújo, e os metrologistas João Paudarco e João Pontes.
Em Pernambuco existem 71 postos que fornecem GNV, com um consumo médio em torno de 150 mil metros cúbicos/dia. A rede de distribuição de gás natural no Estado é superior a 450km. Além do segmento veicular, a Copergás também distribui o energético para os setores industrial, comercial, residencial e cogeração totalizando um consumo médio próximo de 1 milhão de metros cúbicos/dia.
Fonte: Assessoria de Comunicação
Com a conversão ocorrida ontem (1º de Junho) do edifício Costa Dourada, a Copergás alcança o índice de 100 prédios utilizando o gás natural na Região Metropolitana do Recife. O centésimo edifício fica localizado no bairro de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, e possui 18 apartamentos. Pelo contrato com a Companhia, o consumo do condomínio está previsto para até 175 metros cúbicos ao mês.
Com a entrada do Costa Dourada, Pernambuco passa a contar com 3.733 apartamentos consumidores de gás natural e um consumo médio superior a 1,3 mil metros cúbicos/dia do energético. A meta da Copergás é chegar ao final deste ano com 230 prédios consumindo gás natural, totalizando 7,7 mil UHAs (Unidades Habitacionais Autônomas), detalha o presidente da Copergás, Aldo Guedes.
Enquanto avançam as conversões de edifícios, a Copergás prossegue na captação de novos consumidores no segmento residencial. Atualmente, além dos 100 prédios utilizando gás natural, a distribuidora contabiliza outros 235 condomínios e mais 9,6 mil apartamentos com contratos já assinados para fornecimento.
O uso do gás natural em condomínios é uma alternativa mais econômica e ambientalmente adequada. As vantagens frente a outros produtos podem chegar a até 30% em termos financeiros. Pelo lado ecológico, além de contribuir com o ar mais limpo, o gás natural reduz panelas queimadas e ainda oferece mais segurança pela dispersão rápida em caso de vazamento.
Fonte: Assessoria de Comunicação
Como teste para o sistema de segurança da Copergás, hoje(30), a QSMS executa o Simulado Programado de Comunicação do PCL (Plano de Contingência Local). O procedimento consiste na encenação de um alarme na copa do primeiro andar, previsto para às 9h26. A partir daí, serão testados e avaliados o fluxo de informação com todos os líderes ligados ao sistema.
A realização do simulado vai envolver a equipe da QSMS, além de colaboradores do setor de vigilância da companhia. Paralelamente, como parte das medidas de melhoria na segurança da empresa, mensalmente, brigadistas e socorristas terão reuniões de avaliação e participarão da elaboração dos novos cenários para os sinistros, além de capacitações que visam preparar ambas as equipes para novos simulados programados.
Fonte: Assessoria de Comunicação
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27 de junho de 2011 postado em 


