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O gás natural tem outras potencialidades que conviria recordar, aqui. Nenhum outro combustível transfere a mesma força que ele por unidade do mesmo custo. O índice WOB suporta, aí, qualquer teste e toda comparação, vencendo outros combustíveis em nosso país.
Chegou o gás natural ao agreste. Com ele, a política de interiorização do desenvolvimento ganha um sócio dotado de muita força. Uma coisa é queimar lenha – atitude proibida em favor do meio ambiente – e outra coisa, bem diferente, adaptar-se para a modernidade que é o acionamento de fornos e máquinas mediante a utilização do gás natural provido a partir das entranhas da terra. É bem o caso dos empresários que em Pernambuco se lançaram ao aproveitamento comercial do gesso, na área do Araripe.
Tudo agora é possível resolver com o gás, a partir do Recife e de Caruaru, simultaneamente. O gás que vai ser colocado no Agreste – porque de Caruaru vai todo espraiar-se para Toritama, Garanhuns e Arcoverde. O gasoduto tem capacidade de transportar diariamente um milhão de metros cúbicos, quando a demanda atual anda pela casa dos 100 mil metros cúbicos ao dia. Há, assim, uma margem bastante folgada para a multiplicação da oferta desse gás aos demais centros urbanos do agreste e também de certas faixas do sertão.
É de ser destacada a economicidade do projeto, além de sua elasticidade e acomodação aos preceitos ambientais. No capítulo do manuseio, o do gás natural supera as facilidades que poderiam ser apontadas nos demais combustíveis, desde a singela questão da limpeza do equipamento ao custo de manutenção do conjunto da maquinaria.
O gás natural tem outras potencialidades que conviria recordar, aqui. Nenhum outro combustível transfere a mesma força que ele por unidade do mesmo custo. O índice WOB suporta, aí, qualquer teste e toda comparação, vencendo outros combustíveis em nosso país. Graças a estas e outras circunstâncias, os empresários de Pernambuco, notadamente os do agreste estadual são hoje merecedores dos mais pertinentes e calorosos parabéns, porque a eles coube testemunhar o advento de uma nova era, um novo marco na candente história do desenvolvimento estadual.
Convém mostrar que o primeiro efeito da chegada do gás natural a Caruaru é outro evento no processo da disciplina do gás no estado, que começa a desenrolar-se aqui. Na mesma hora em que o governador Eduardo Campos dava por inaugurado o gasoduto Recife-Vitória – Caruaru para o transporte do produto em apreço, no mesmo instante desse acontecimento a um só tempo solene e promissor, o chefe do executivo lançava a pedra fundamental da Central de Distribuição de gás, que corresponde à segunda etapa do processo de interiorização do referido combustível.
A pedra fundamental, neste caso, é muito mais do que um dístico retórico lançado simplesmente para completar o brilhantismo da inauguração do gasoduto. Ela vale, antes de tudo, como jura o compromisso no sentido de afirmar que o restante agreste e todo o sertão se encontram na respectiva agenda dos nossos governantes.
A expansão do gasoduto é, em última análise, uma exigência do desenvolvimento econômico e social de Pernambuco, esperando-se, assim, que ele alcance, dentro em breve, outras importantes cidades do estado. Todas essas boas novas são, finalmente, muito próprias dos tempos natalinos, que atravessamosesperançados de melhores dias.
Diario de Pernambuco – Editorial – 24/12/2009
Levar gás natural para todo o Estado. É o que vai fazer o Gasoduto da Interiorização, que teve sua primeira etapa inaugurada segunda-feira pelo governador Eduardo Campos. Com 120 km de extensão, o trecho Recife-Caruaru vai levar desenvolvimento e competitividade às empresas instaladas no Interior do Estado.
O Gasoduto Recife-Caruaru vai nos ajudar a equilibrar o desenvolvimento econômico em Pernambuco. No sentido de interiorizar as ações do Governo, superamos diversos gargalos como o da água e do conhecimento. Agora chega o gás a Caruaru, o que vai atrair novos empreendimentos para o Interior”, afirmou Eduardo, durante a solenidade de inauguração no Distrito Industrial de Caruaru.
Construído e operado pela Copergás, empresa de economia mista que tem como sócios o Governo do Estado, a Petrobras Gás S.A. – Gaspetro e a empresa japonesa Mitsui, o Gasoduto vai garantir o fornecimento do combustível limpo e mais barato para indústrias. A tubulação de 12 polegadas, com revestimento anticorrosivo, vai transportar 1 milhão de metros cúbicos por dia. O investimento total na obra foi de R$ 116 milhões.
Além de levar desenvolvimento, o Gasoduto da Interiorização também dialoga com a preservação do meio ambiente. Por ser mais leve que o ar, o gás natural é uma fonte de energia limpa e que tem ainda a vantagem de ser mais seguro em casos de vazamentos, pois é rapidamente dissipado na atmosfera. Além de atender ao setor industrial, o gás natural atenderá aos setores automotivo, comercial e residencial.
Distribuição – Ao lado do vice-governador e secretário de Saúde, João Lyra Neto, do diretor-presidente da Copergás, Aldo Guedes, e do prefeito de Caruaru, José Queiroz, Eduardo também lançou a pedra fundamental que marca o início da construção da Central de Abastecimento que vai levar o gás natural comprimido – GNC para os mais diversos rincões do Estado. O Governador ambém assinou uma Lei que retira o ICMS do gás que vai ser transportado por carretas até as cidades onde o gasoduto não vai chegar. “Desta forma compensamos o preço do frete e garantimos o abastecimento para todo o Estado”, explicou Eduardo.
Entre as regiões que serão atendidas pela Central, o Polo Gesseiro do Araripe será uma das mais beneficiadas. “O GNC será uma opção de energia limpa para os empresários que não podem mais queimar lenha, por questões ambientais. O gás, além de atrair mais empreendimentos e levar o desenvolvimento para o Interior, é uma ferramenta para cuidar melhor do meio ambiente”, garantiu Eduardo. A licitação para a construção da Central terá início no próximo dia 28.
Diario Oficial de Pernambuco – 23/12/2009
Obra vai beneficiar diretamente o Agreste do Estado. De início, poderão utilizar gás natural os setores automotivo e industrial. Durante evento, governador anunciou ampliação da rede até o Sertão
Pedro Romero
CARUARU – O governador Eduardo Campos inaugurou, ontem, o gasoduto entre Recife e Caruaru. Com 120 quilômetros de extensão nessa etapa, o projeto promete dar um novo impulso ao desenvolvimento ao interior do Estado. Na ocasião, também foi lançada a pedra fundamental para a construção da Central de Distribuição de Gás Natural (GNC), que vai levar o gás para o Sertão, beneficiando principalmente o polo gesseiro do Araripe, que poderá essa nova matriz energética. O investimento total na obra foi de R$ 116 milhões.
O gasoduto tem tubulação com 12 polegadas de diâmetro e abastecerá inicialmente os setores industrial e automotivo. As primeiras empresas a serem beneficiadas serão as do Distrito Industrial, que poderão receber o gás através da tubulação. Quando a central de distribuição estiver concluída, o produto será levado, comprimido, para outras regiões, através de carretas. A central de distribuição será composta de três baias com três pontos de carregamento e poderá carregar seis carretas. No total serão 100 mil metros cúbicos de gás diariamente que irão alimentar indústrias não atendidas diretamente pelo gasoduto.
A solenidade aconteceu no Distrito Industrial II, onde será construída a central de distribuição, e contou com a participação de diversas autoridades, entre eles o vice-governador João Lyra Neto, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Bezerra Coelho, o prefeito José Queiroz e o diretor presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), Aldo Guedes. Todos destacaram a importância da obra para a interiorização do desenvolvimento do Estado. “O gás é um fator importante para atrair investimentos e também vai proteger e natureza, principalmente no polo gesseiro do Sertão do Araripe, que vai poder utilizar essa nova fonte energética”, disse Eduardo Campos.
Na ocasião, o governador assinou também a lei que concede isenção fiscal do Imposto sobre Circulação de Produtos e Serviços (ICMS) para o transporte de gás natural nas cidades onde o gasoduto não chega. “Com o incentivo fiscal, fica viável a chegada do gás e de investimentos nesses municípios”, explicou. Eduardo Campos também elencou outras obras do seu governo que contribuem para a interiorização do desenvolvimento, como abastecimento de água, escolas técnicas e rodovias.
Esta é a primeira etapa da interiorização do gasoduto, que parte do Recife para Caruaru, beneficiando também as cidades de Moreno, Pombos, Sairé, Chã Grande, Gravatá e Bezerros. O trecho inicial, do Recife a Vitória de Santo Antão, já está em operação. “Caruaru agora entra na era da modernidade”, resumiu o prefeito José Queiroz.
O projeto completo possui quatro fases e vai ligar a capital a Araripina, totalizando 1.079 km. O projeto básico para as etapas Caruaru-Pesqueira e Caruaru-Toritama já está sendo elaborado. As outras fases compõem os trechos Pesqueira-Araripina, São Caetano-Garanhuns e Salgueiro-Petrolina.
A Copergás é uma empresa de economia mista e tem como sócios o governo do Estado, a Petrobras Gás S.A. – Gaspetro e a empresa japonesa Mitsui. O gás natural distribuído em Pernambuco vem de Guamaré, no Rio Grande do Norte.
Jornal do Commercio – Economia – 22/12/2009
Isenção de imposto para cidades do Sertão também foi assinada
DIEGO MENDES
O governador Eduardo Campos inaugurou, ontem, o trecho Recife-Caruaru do Gasoduto da Interiorização. A estação de redução de pressão de gás está instalada, no Distrito Industrial de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, onde funcionará a Central de Distribuição de Gás, que teve a pedra fundamental implantada, também, ontem. Além da inauguração, foi assinada a lei de isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços (ICMS) para as cidades do Sertão, onde as tubulações ainda não chegaram. De acordo com Campos, a retirada da tributação vai servir para compensar o frete dos caminhões que poderão se abastecer na Capital do Forró e utilizar as rodovias para distribuir o produto.
“Os veículos vão ser abastecidos em Caruaru e sairão pelas rodovias até o Sertão do Araripe, onde tem várias empresas que utilizam lenha, combustível proibido”, explicou Campos. De acordo com o governador, as carretas poderão ser abastecidas no município caruaruense a partir da primeira semana de fevereiro, quando deve ficar pronta a central de distribuição da Copergás.
Com a inauguração do gasoduto Recife-Caruaru, que tem 120 quilômetros e uma tubulação de 12 polegadas capaz de transportar um milhão de metros cúbicos por dia, as indústrias localizadas nas cidades por onde ele passa, serão as primeiras beneficiadas. Mas em um segundo momento, o gás chegará aos consumidores finais, como os donos de carros movidos pelo combustível e até as residências. O investimento total na obra foi de R$ 116 milhões.
Para o governador, a interiorização do gás significa o equilíbrio no desenvolvimento econômico do Estado. “A obra serve para dar competitividade para o interior. Quando chega uma empresa querendo se instalar, a gente tem apontado o interior como primeira opção. Mas para garantir isso, reduzimos os impostos”, explicou.
Folha de Pernambuco – Economia – 22/12/2009
Obra havia sido iniciada em 2004; também foi lançada a pedra fundamental de uma Central de Distribuição de Gás
Foi concluída, na última segunda-feira (21), a instalação de um gasoduto em Caruaru, no Agreste pernambucano. As obras tiveram início em 2004, e o gasoduto tem uma extensão de 120 quilômetros. A cerimônia de inauguração foi rápida.
“A ideia é dar competitividade ao interior, para conseguir atingir o objetivo de gerar emprego e oportunidades de trabalho, fazendo com que Pernambuco seja um Estado mais equilibrado”, disse o governador de Pernambuco, Eduardo Campos.
“Isso é um estímulo para as atuais indústrias, e também para as que quiserem investir aqui”, falou o prefeito de Caruaru, José Queiroz.
Também foi lançada a pedra fundamental de uma Central de Distribuição de Gás, de onde sairão carretas que vão seguir para locais onde não há gasodutos.
PE360 Graus – 22/12/2009
Trabalhos levaram quase cinco anos para ser concluídos e custaram R$ 116 milhões. Capacidade é de 1 milhão de metros cúbicos
Depois de quase cinco anos de obras (e interrupções), o gasoduto Recife-Caruaru foi finalmente inaugurado ontem. Com 120 quilômetros de extensão, tem capacidade para transportar 1 milhão de metros cúbicos diários de gás natural para atender os mercados industrial, residencial, comercial e automotivo da região. Por enquanto, a demanda é de 100 mil metros cúbicos/dia. Aproveitando a solenidade, em Caruaru, o governo lançou a pedra fundamental da central de distribuição de gás natural comprimido (GNC), segunda etapa do processo de interioriorização do combustível no estado.
O diretor técnico-comercial da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), Jailson Galvão, disse que a licitação “já está na rua” e os envelopes com as propostas devem ser abertos já na próxima segunda-feira (28). A ideia é começar as obras em janeiro. “A instalação básica deve ser executada em 30 dias. É fazer pavimentação, puxar a tubulação que vai ofertar o gás às empresas”, explicou Galvão. Empresas especilizadas farão a compressão do gás.O GNC deve ser levado para clientes em Toritama, Garanhuns, Arcoverde.
O lançamento da pedra fundamental da central foi acompanhada por uma novidade tributária: a assinatura de um decreto isentando o GNC da cobrança de ICMS como forma de incentivar a expansão do produto. “Desta forma compensamos o preço do frete e garantimos o abastecimento para todo o estado”, justificou o governador Eduardo Campos em seu discurso. Jailson Galvão informou que o projeto executivo para ampliar mais o gasoduto para o interior será desenvolvido. “É a tendência natural. Mas não temos prazo”.
Não há prazo, mas deve existir demanda. De pelo menos 200 mil metros cúbicos/dia. É que o governo e a Petrobras assinaram um protocolo de intenções para converter os fornos das empresas de gesso do Araripe. Segundo Galvão, as empresas buscarão a melhor opção tecnológica para efetivar a conversão. A expectativa é a de que alguns fornos troquem a lenha pelo gás natural ainda no primeiro semestre de 2010. O governo chegou a negociar com a WhiteMartins, no fim de 2008, uma alternativa para o transporte do gás de caminhão de Caruaru até Araripina.
Seriam construídas duas centrais. A primeira, em Caruaru, transformaria o gás em líquido. A segunda, em Araripina, desfaria essa transformação. A região do Araripe é considerada a maior produtora de gipsita do país, responsável por mais de 90% da demanda nacional, e vem utilizando a lenha e óleo em suas calcinadoras. “O GNC será uma opção de energia limpa para os empresários que não podem mais queimar lenha, por questões ambientais”, destacou Eduardo Campos. O projeto inicial de interiorização do gás natural em Pernambuco previa estender o gasoduto por 1.079 quilômetros.
Orçamento estourado
O investimento total para a construção dos 120 quilômetros do gasoduto Recife-Caruaru chegou a R$ 116 milhões, R$ 21 milhões a mais que estava escrito no contrato inicial. As obras foram iniciadas em janeiro de 2005. Pelo cronograma inicial, os trabalhos deveriam ter sido concluídos em janeiro de 2007. Mas, depois de finalizar 70% do trecho, a construtora baiana GDK desligou as máquinas. A empresa alegou que encontrou muitas áreas com rochas pelo caminho, dificultando a operação.
A GDK pediu à Copergás o realinhamento do contrato em quase R$ 50 milhões. A companhia não pagou. Decidiu contratar um estudo junto à Fade (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da UFPE) para confirmar se o pedido era válido ou não. Com a resposta negativa, o contrato foi cancelado e uma nova licitação foi realizada. Acabou vencida pela empresa alagoana TecMaster, que retomou a obra em agosto de 2008.
Por ocasião da confirmação do contrato com a TecMaster, o presidente da Copergás, Aldo Guedes, disse que não haveria nenhum prejuízo financeiro. “No final, os trabalhos vão custar os mesmos R$ 95 milhões. O único problema é o atraso”, chegou a declarar em junho de 2008. Os tubos de aço – com 12 polegadas de diâmetro – vieram da China e custaram US$ 9,3 milhões. Ontem, durante a inauguração, as autoridades deixaram de lado os problemas. “O gás, além de atrair mais empreendimentos e levar o desenvolvimento para o interior, é uma ferramenta para cuidar melhor do meio ambiente”, destacou o governador Eduardo Campos.
Diario de Pernambuco – Economia – 22/12/2009
No próximo dia 21 o governador Eduardo Campos inaugura o gasoduto Recife-Caruaru, que vai ter 120 km de extensão. Na ocasião, também serà lançada a pedra fundamental da central de Distribuição de Gás Natural Comprimido que vai levar o produto para todo o Interior, beneficiando, principalmente, o polo gesseiro do Araripe.
O anúncio foi feito pelo Governador durante a inauguração da nova sede da Copergás, na última segunda-feira. Eduardo disse que “a empresa está ajudando o nosso Governo a construir um Pernambuco melhor, mais justo e desenvolvido. A Companhia está interiorizando as suas ações e esta nova sede vai permitir que o trabalho seja ainda mais bem feito”. Foram investidos R$ 2,8 milhões no prédio, que ocupa uma área de 1.928 m2 no bairro da Imbiribeira.
Aldo Guedes, presidente da Copergás, lembrou que foi o ex-governador Miguel Arraes que criou a empresa, ainda em 1988. “Neste três anos da gestão de Eduardo Campos, a Copergás cresceu muito e esta nova sede nos proporciona um ambiente de trabalho à altura dos desafios da Empresa”, explicou.
Atração de investimentos – O secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Bezerra Coelho, ressaltou a importância da Copergás na atração de investimentos para o Estado: “Estamos muito bem posicionados numa disputa para atrair um novo terminal de gás natural liquefeito para o Porto de Suape. Isto só é possível graças à boa infraestrutura da Copergás”, disse. “A Copergás é um grande instrumento de desenvolvimento em Pernambuco” completou Eduardo.
A Cooperativa Pernambucana de Gás – Copergás é uma empresa de economia mista e tem como sócios o Governo do Estado, a Petrobras Gás S.A. – Gaspetro e a empresa japonesa Mitsui. Possui uma rede de distribuição de mais de 420 quilômetros e tem a capacidade de transportar 1 milhão/m3 por dia. A Copergás atende a demandas da área industrial, comercial e residencial no que diz respeito ao transporte, e à geração e co-geração de energia.
Diario Oficial de Pernambuco – 16/12/2009
Jamille Coelho
Em janeiro, a Petrobrás divulgará onde será instalado o primeiro terminal fixo do País de Gás Natural Liquefeito (GNL), cujo investimento é de US$ 500 milhões e deve gerar 400 empregos diretos. O terminal, que vai operar com capacidade máxima de produção de 10 milhões de metros cúbicos por dia, está sendo disputado entre os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Pernambuco. Caso seja aprovada sua instalação em Suape, o terminal ocupará uma área de quatro mil hectares. A informação foi anunciada pelo presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), Aldo Guedes, durante entrevista coletiva.
Na ocasião, o presidente falou que representantes do Governo do Estado estiveram reunidos com a diretoria da Petrobrás para enfatizar as vantagens em construir o terminal fixo de GNL em Suape. “O empreendimento atenderá a demanda de Pernambuco como, por exemplo, a Refinaria Abreu e Lima e o Estaleiro Atlântico Sul, os polos farmacoquímico e petroquímico, além de outros que já estão por vir, como a siderúrgica e o segundo estaleiro”, acrescentou Guedes.
Outra novidade, é que até o final de janeiro será concluída a instalação da Central de Interiorização do Gás Natural, em Caruaru, com investimento de R$ 3 milhões. A central sediará a base para o transporte de Gás Natural Comprimido (GNC) e GNL para os municípios do Agreste e Sertão do Estado, principalmente para o Polo Gesseiro, em Araripina. Para 2010, a Copergás terá um orçamento na ordem de R$ 30 milhões. Grande parte do montante será aplicado na ampliação da rede de clientes residenciais da companhia, que hoje conta com quatro mil residências. A meta é chegar em 2013 com 60 mil. Hoje será inaugurada oficialmente a nova sede da Copergás, que já está funcionando há 15 dias na avenida Mascarenhas de Moraes, Imbiribeira.
Folha de Pernambuco – Economia – 14/12/2009
A Copergás inaugura no dia 21 de dezembro o último trecho do Gasoduto Recife-Caruaru, finalizando a obra com a ligação entre Gravatá e Caruaru. A tubulação de 126 quilômetros de extensão custou R$ 116 milhões. A conexão vai permitir o aumento do fornecimento de gás natural na principal cidade do Agreste, que já tem uma demanda atual de 15 mil metros cúbicos (m³), hoje suprida pelo transporte terrestre. Também possibilita a base de distribuição de gás natural no interior, obra que está sendo tocada com investimentos na ordem de R$ 3 milhões pela Estatal.
A ideia é que a unidade tenha disponibilidade de 50 mil m³ de gás por dia, para servir de central de distribuição para atender a municípios do interior por meio de carretas que transportam gás natural comprimido (GNC). A empresa acredita que essa distribuição, aliada à renúncia fiscal dos 17% de ICMS sobre o produto, vai expandir as vendas para outros municípios que não dispõem de tubulação, inclusive aqueles do pólo gesseiro do Araripe.
“O governo enviou projeto à Assembléia isentando de ICMS os municípios que não dispõe de gasoduto. Dessa forma, conseguiremos chegar à região do Araripe a um preço um pouco acima daquele que praticaríamos se fosse construído o gasoduto até lá, uma obra de R$ 700 milhões e inviável atualmente”, disse o presidente da Copergás, Aldo Guedes. Uma parceria com a Petrobras, financiando novos queimadores e calcinadores à gás para os produtores de gesso, completaria a logística, ampliando a demanda pelo produto. Hoje, o pólo gesseiro utiliza madeira de desmatamento como principal combustível de sua indústria.
Além do interior, a Copergás prevê aumento de demanda no Complexo de Suape, com o início das operações da Petroquímica Suape e da Refinaria, previstos para iniciarem demanda por energia em 2010 e 2011, respectivamente.
A Petrobras divulga em janeiro onde vai instalar seu terceiro terminal de regaseificação. “Suape tem capacidade para um terminal fixo de Gás Natural Liquefeito, temos chance”.
Jornal do Commercio – Economia – 12/12/2009
A Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) fechou o orçamento de 2010 com planos de investimento em expansão de sua rede de gás natural para o mercado residencial. Pela estimativa da empresa, serão aplicados no ano que vem R$ 30 milhões. Os recursos serão canalizados principalmente para o mercado residencial do Grande Recife, encarado pela companhia como mercado de varejo. “Hoje, nossa rede chega até o Shopping Guararapes (Piedade, Jaboatão dos Guararapes). Nosso plano é chegar até o Paiva (Cabo de Santo Agostinho)”, salientou o presidente da Copergás, Aldo Guedes.
Segundo ele, há três anos quando assumiu a direção da empresa, a Copergás possuía 270 clientes residenciais, chagando hoje a 4.000. “Temos um potencial de mercado de 60 mil consumidores residenciais”, declarou. A rede da Copergás só atende condomínios e edifícios verticais e pode ser instalada em qualquer prédio, inclusive os antigos, sendo que a infraestrutura necessária para o fornecimento do gás natural é feita pela própria companhia. Quem tiver interesse pode entrar em contato com a Copergás. Pelos números da empresa, a utilização de gás natural como fonte energética pode gerar uma economia de até 40% com despesa de energia, já que o gás tanto pode ser utilizado como combustível de fogão como gerador de energia térmica para chuveiros, ferros de passar e ar-condicionado.
Pela estimativa de seus executivos, a Copergás deve fechar o ano com um faturamento bruto de R$ 440 milhões e lucro líquido de R$ 40 milhões. Ainda faltam os números de dezembro para o resultado consolidado. Os números mostram um resultado inferior ao registrado no ano passado. “Conseguimos, no entanto, voltar aos resultados da época pré-crise financeira”, disse Guedes, referindo-se à retomada da indústria. No ano de 2008 a Copergás fechou o movimento com um faturamento de R$ 440 milhões e um lucro 25% maior, de R$ 50 milhões.
NOVA
A diretoria da Copergás convidou a imprensa para conhecer a nova sede e marca da empresa. A estatal passa a funcionar no número 533 da Avenida Mascarenhas de Morais, na Imbiribeira, num edifício alugado onde funcionou a seguradora Sul América. O contrato é de 10 anos, com mensalidade de R$ 35 mil. “Pensamos em comprar o edifício, mas preferimos não imobilizar o capital com a compra de uma sede”, salientou. O endereço não foi a única mudança. A logomarca da empresa foi trocada por um círculo estilizado em forma de Sol, na cor vermelha, e o nome com nova tipografia na cor azul.
Jornal do Commercio - Economia – 12/12/2009
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24 de dezembro de 2009 postado em 


