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Mirella falcão
Apesar do reajuste médio de 4,06%, o preço do gás natural veicular (GNV) será mantido em R$ 1,69. A decisão foi tomada ontem em reunião entre donos de postos de combustíveis e representantes da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás). Com isso, o gás natural veicular (GNV) vai ficar mais barato que o álcool, que está nas bombas hoje por R$ 1,79. A partir do próximo ano, carros convertidos a gás podem ganhar isenção do pagamento do IPVA. A economia com o imposto pagaria a conversão. Um estudo sobre os impactos da medida foi encomendado pelo governo do estado.
O que possibilitou a manutenção do preço foi um volume de 20 mil metros cúbicos diários, que foram adquiridos em leilão da Petrobras com desconto de 35% e destinados ao setor veicular. “Achamos que dá para absorver esse aumento, porque o volume adquirido em leilão compensaria o aumento do gás”, afirma José Afonso Nóbrega, presidente do Sindicato do Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo de Pernambuco (Sindicombustíveis-PE). Se todo o impacto do reajuste fosse repassado aos consumidores, o GNV subiria para R$ 1,75. A atual diferença de dez centavos sobre o etanol ampliam as vantagens do GNV. “Como o rendimento do álcool é de 7 km por litro e do GNV de 12 km por metro cúbico, até se o GNV custar o mesmo que o etanol, ainda vale a pena. Agora, custando dez centavos a menos é muito mais vantajoso”, defende Nóbrega.
O presidente da Copergás, Aldo Guedes, diz que neste ano o consumo de gás natural veicular, que era de 210 mil m3 por dia em 2008, caiu para 150 mil. “Nos últimos três meses, esse consumo subiu para 180 mil. Estimamos que haja um crescimento do consumo com a manutenção do preço de R$ 1,69 para 200 mil. Desses, 180 mil seriam do gás firme (contratado) e os demais 20 mil seriam do lote do leilão”, detalha. Este último lote arrematado em leilão pela Copergás tem contrato até março de 2010. Ou seja, será possível segurar o preço até o próximo reajuste que ocorrerá em fevereiro. Para evitar a alta, foi negociado ainda que a Secretaria da Fazenda do estado manterá a pauta fiscal do combustível ao preço de R$ 1,69 (isso porque, como houve o reajuste, também haveria acréscimo no valor considerado para a tributação).
Para estimular o consumo do gás natural veicular, o governo estadual prevê a isenção do IPVA para os veículos que tenham feito a conversão. “O governador Eduardo Campos solicitou esse estudo à Copergás. Dentro de 60 dias, será concluído”, relata Guedes. Atualmente, a medida já vale para os taxistas. “A economia com o imposto, que fica entre R$ 1,5 mil e R$ 2 mil, pagaria o custo do kit gás”, afirma Nóbrega.
Fonte: Diario de Pernambuco / Economia
Quem abastece o carro com gás natural veicular (GNV) não sentirá no bolso o aumento de 5,02% no preço do gás repassado pela Petrobras, que entrou em vigor no último domingo. Após reunião na tarde de ontem com diretores da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Pernambuco (Sindicombustíveis) decidiu absorver o aumento, mantendo o valor do metro cúbico do gás nas bombas em R$ 1,69. A decisão levou em conta o crescimento de 20% na demanda pelo produto verificado entre os meses de maio e outubro deste ano, e na expectativa de que, até o final de dezembro, esse percentual experimente novo incremento.
“A ideia é manter a confiança do consumidor de que o preço se manterá. O sacrifício de absorver o repasse será, portanto, recompensado pelo aumento no volume de vendas, que certamente serão aquecidas no final do ano com a injeção do décimo terceiro na economia. A expectativa é recuperar o desempenho comercial dos níveis pré-crise”, explicou o presidente da Copergás, Aldo Guedes. Em Pernambuco, 74 postos comercializam o GNV.
Para o consumidor que busca economizar na hora de abastecer, ele destaca que enquanto o litro do álcool (hoje, em média R$1,79) percorre entre 6 e 7 km, o metro cúbico do gás (R$ 1,69) é capaz de cumprir percurso de 12 a 13km.
O reajuste zero nas bombas também está ligado a possibilidade do gás natural ser adquirido nos leilões promovidos pelas Petrobras, em que o preço do combustível é cerca de 35% mais barato. Nos leilões, a empresa vai disponibilizar 80 mil metros cúbicos de gás por dia até março de 2010. A empresa vende 950 mil metros cúbicos de gás natural diariamente. “Contamos ainda com o apoio do governo do Estado, que assumiu compromisso de manter a pauta do imposto no preço que será comercializado nas bombas, ou seja, sem o reajuste”.
A Petrobras revende o gás natural às distribuidoras estaduais que entregam o produto aos postos de gasolina e a alguns clientes finais, como prédios residenciais, indústrias e grandes estabelecimentos comerciais. O reajuste sai a cada três meses, calculado com base na cesta de óleos, que, por sua vez, depende do preço do petróleo e do câmbio (o preço do dólar).
No acumulado do ano, o gás soma reajuste negativo de cerca de 1,6%. Em janeiro, experimentou queda de 5,27 % e em maio, de 3,65%. O terceiro reajuste ocorreu agosto último, quando o gás experimentou seu primeiro positivo do ano, aumentando 2,32%. No início do mês, a alta foi de 5,02 %, sendo que apenas 3,64% foi repassado pela Copergás. O próximo reajuste da Petrobras ocorrerá daqui a três meses, com base nos 60 dias anteriores.
“Como o preço do dólar não deve subir mais neste final de ano e a expectativa é de que o preço do barril de petróleo também não aumente, esperamos que o próximo reajuste do gás seja negativo”, prevê.
GASODUTO
O presidente da Copergás, Aldo Guedes, anunciou ontem a conclusão do gasoduto Recife-Caruaru, com inauguração do último trecho da obra no dia 21 de dezembro. A tubulação ocupará 60 km compreendidos entre Gravatá e Caruaru. No início do ano, foi concluído o trecho entre Recife e Vitória e, em agosto, o trajeto Vitória – Gravatá. A estrutura completa está orçada em R$ 105 milhões.
“Além de levar o combustível para os posto de gasolina da região, o gasoduto tornará os municípios mais aptos para atrair empresas que usem o gás como energia, empregando a mão de obra local”, explicou.
Fonte: Jornal do Commercio / Economia
Segundo o presidente da Copergás, Aldo Guedes, seriapossível reduzir ainda mais o preço se os donos de postos de combustíveis tivessem apresentado propostas para o leilão, conforme fez a indústria
Da Redação
O GNV vai se manter ao preço de R$ 1,69 até o fim de julho. Os dois lotes de gás natural adquiridos em leilão da Petrobras, com preços 35% menores, garantiam o preço menor apenas para maio e junho. Ontem, no entanto, a Copergás arrematou 20 mil metros cúbicos diários, em um segundo leilão de gás, para serem entregues em julho.
Desta forma, segundo o Sindicato do Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo de Pernambuco (Sindicombustíveis-PE), o GNV continuará nas bombas ao preço de R$ 1,69 até a revisão da tarifa, em 1º de agosto.
Em alguns postos, o metro cúbico do GNV chega a custar o mesmo que o litro do álcool, seu maior concorrente.
Em 1º de maio, a tarifa do gás natural caiu 3%, no entanto, esta redução só contribuiria para uma diminuição de R$ 0,02 no preço do gás que estava a R$ 1,85.
Somente com a aquisição dos lotes, em metros cúbicos, de 20 mil, para o mês de maio, e de 30 mil, para junho, é que foi possível deixar o gás no patamar de R$ 1,69.
Segundo o presidente da Copergás, Aldo Guedes, seriapossível reduzir ainda mais o preço se os donos de postos de combustíveis tivessem apresentado propostas para o leilão, conforme fez a indústria.
“Não dava para comprar um lote maior, sem o comprometimento do setor, porque teríamos que pagar pelo gás, mesmo sem ser consumido”, diz Guedes.
“O mercado de GNV se retraiu muito. Não sabemos se o consumo crescerá, mesmo com esse preço de R$ 1,69″, afirma o presidente do Sindicombustíveis, José Afonso Nóbrega.
Fonte: Diario de Pernambuco / Economia
Metro cúbico do GNV baixou de R$ 1,849 para R$ 1,699 nas revendas
O Gás Natural Veicular (GNV) já está sendo vendido por R$ 1,699 em grande parte dos postos do Recife. Espera-se que hoje a redução atinja 100% da rede de revenda do combustível no estado. A queda no preço do produto, que estava nas bombas por R$ 1,849, se deve à redução de 3% na tarifa, em vigor desde de 1º de maio, e à aquisição de um lote por um preço 35% menor em leilão de gás promovido pela Petrobras. Com o reajuste negativo, o GNV encosta no preço do álcool, que atualmente está à venda por valores entre R$ 1,599 e R$1,699. A expectativa é que o consumo do gás veicular cresça mais de 10%. Segundo a Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), a partir de 20 de maio, uma nova redução pode chegar às bombas.
A economia de R$ 0,15 no preço do metro cúbico de GNV deixou o taxista Edmilson Gomes, 59 anos, animado. Por dia, ele consome cerca de 22 m3. Pelo preço de R$ 1,849, ele desembolsava R$ 40,67. Agora o mesmo volume de combustível sai por R$ 37,37. A economia de R$ 3,30 por dia parece pouco, mas ao fim do mês representa uma redução de R$ 99. “Com este dinheiro, vou reforçar a feira lá de casa”, conta Gomes. Outro taxista que estava comemorando a mudança de preço nas bombas foi João Matias, 46. Serão R$ 60 a menos nos gastos com o combustível neste mês de maio. “Vai ajudar a pagar as dívidas”, comenta ele.
Neste momento, a produção do maior concorrente do gás natural, o álcool, está em fase de entressafra. Em muitos postos visitados pela reportagem, o álcool oscilava entre R$ 1,58 e R$ 1,59, mas havia locais em que estava pelo mesmo preço do gás natural, R$ 1,69. “Eu nunca deixei de usar o gás natural, mesmo quando estava mais caro, porque ele rende bem mais que o álcool. E agora que está custando o mesmo que o álcool, não há dúvidas que o GNV é a melhor opção”, afirma o representante comercial Carlos Moreira, 29. De uma forma geral, o rendimento do álcool é de 7 km por litro. Enquanto isso, o metro cúbico de GNV roda em média 10 km.
Mas apesar das medidas que reduziram o valor do GNV estarem em vigor desde o dia 1º, nem todos os postos haviam modificado o preço até ontem. O taxista João Matias, por exemplo, só encontrou o valor menor ao pesquisar em um segundo posto. Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo de Pernambuco (Sindicombustíveis-PE), José Afonso Nóbrega, a alteração não ocorreu em todos os postos por questões técnicas. “Muitos dependem da empresa de manutenção para fazer a mudança de valor na bomba de gás natural. Em alguns postos, o técnico só foi hoje (ontem) à tarde. Mas a partir de amanhã (hoje), todos estarão vendendo o GNV a R$ 1,69″. No primeiro dia útil do mês, o setor verificou uma grande procura pelo GNV. “O movimento foi intenso. A nossa expectativa é que as vendas cresçam mais de 10% neste mês”.
Variações – O próximo reajuste do gás natural só ocorre em agosto. Mas, até lá, o combustível pode passar por variações de preço, dependendo do resultado do 2º Leilão de Gás que será promovido pela Petrobras, no próximo dia 12. A Copergás pretende arrematar lotes para os meses de maio, junho e julho e disponibilizá-lo para o segmento veicular. “Conseguimos uma queda de 35% e vamos tentar dar lances menores ainda. Como o gás arrematado neste leilão será enviado a partir de 20 de maio, novas alterações de preço podem ocorrer depois dessa data”, afirma Aldo Guedes.
Fonte: Diario de Pernambuco / Economia
Redução foi possível após compra de gás mais barato
O preço do metro cúbico (m3) do Gás Natural Veicular (GNV) deve ter uma queda nas bombas de R$ 0,15 a R$ 0,18 a partir da próxima segunda-feira. Essa é a expectativa da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) depois que a empresa arrematou 117 mil m3 de gás com 35% de desconto, no primeiro leilão realizado na semana passada pela Petrobras. A arrecadação antecipada da Margem de Valor Agregado (MVA), cobrada pela Secretaria da Fazenda, e a queda de 3% no reajuste trimestral do GNV, que entra em vigor hoje, são outras contribuições para a diminuição do valor que chegará aos postos.
“Enxergamos que é um momento para alavancar as montadoras de ‘kit gás’ e as oficinas”, afirmou o presidente da Copergás, Aldo Guedes. Segundo ele, os postos cobrarão valores entre R$ 1,68 e R$ 1,71 o metro cúbico. Atualmente, o preço médio é de R$ 1,849.
Para o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Pernambuco (Sindicombustíveis-PE), José Afonso Nóbrega, a queda nas bombas será menor do que a esperada pela Copergás. “Claro que é uma injeção nova, que tenta mais uma vez ativar o mercado, que está estagnado. Mas, se houver reação com o leilão e o consumo for alterado, a redução deve ficar no máximo entre R$ 0,13 e R$ 0,15”.
Após o sucesso do último leilão de gás natural para a Copergás, a Petrobras anunciou mais uma rodada de arremates para o próximo dia 12, em que serão colocados à venda os volumes que não foram adquiridos. “A perspectiva é trabalhar com um desconto ainda maior do que os 35%”, comemorou Aldo Guedes. O edital será publicado na próxima segunda-feira e os volumes arrematados serão entregues em maio, junho e julho.
Fonte: Folha de Pernambuco / Economia
Expectativa é que a partir de segunda-feira, combustível seja comercializado por R$ 1,699, o que significa uma redução de 15 centavos sobre o preço na bomba praticado atualmente, de R$ 1,849
O preço do gás natural veicular (GNV) vai baixar nos postos pernambucanos a partir da próxima segunda-feira. A expectativa é que o valor do metro cúbico passe dos atuais R$ 1,849 para R$ 1,699, numa redução de R$ 0,15. A queda será motivada pelo reajuste negativo de 3%, que será repassado pela Companhia Pernambucana de Gás Natural (Copergás) para todos os segmentos consumidores (industrial, residencial, comercial, cogeração e GNV). Apesar de a nova tarifa começar a vigorar a partir de hoje, a redução na bomba só deve chegar na segunda-feira, em função do feriado e da necessidade de fazer a troca de preço na bomba. Com a redução na tarifa, a expectativa é pela volta dos consumidores que tinham migrado para o álcool, em função da escalada no preço do gás a partir do ano passado. “Hoje o mercado está estagnado. A redução no preço poderá reestimular o usuário, principalmente o taxista, que ainda mantém o kit de gás no seu carro, mas estava abastecendo com álcool por conta do preço”, acredita o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Pernambuco (Sindicombustíveis), José Afonso Nóbrega.
Atualmente, o litro do álcool custa entre R$ 1,49 e R$ 1,59. Apesar de estar mais barato que o GNV, o rendimento do álcool é menor, rodando seis quilômetros com um litro, contra os 12 quilômetros feitos com o metro cúbico de GNV. Nóbrega também destaca que o período de entressafra da cana-de-açúcar, com a redução dos estoques nas usinas, poderá puxar para cima os preços do álcool e deixar o gás ainda mais competitivo.
No primeiro trimestre deste ano, as vendas de GNV em Pernambuco despencaram cerca de 15%. A queda também foi acompanhada pelo setor industrial, que diminuiu o ritmo de atividade e comprou menos gás. Para estimular a retomada das vendas, além da redução da tarifa e das discussões na Secretaria Estadual da Fazenda para mudar o valor de referência da tributação, a Copergás também conta com a compra de gás mais barato nos leilões da Petrobras.
NOVO LEILÃO
O presidente da Copergás, Aldo Guedes, adianta que a Petrobras vai realizar um segundo leilão para comercializar seu excedente de gás no próximo dia 12. O primeiro pregão aconteceu no dia 24 passado, com participação de distribuidoras de todas as regiões do País. O gás é comprado pelas distribuidoras, que depois repassam a seus clientes.
“No primeiro leilão conseguimos comprar o gás com um desconto médio de 35% no preço”, destaca Guedes, frisando que nesse segundo pregão aposta na adesão de um número maior de consumidores. No primeiro leilão, apenas quatro indústrias pernambucanas apresentaram proposta de demanda à Copergás (que foi buscar os volumes solicitados no pregão). Na próxima terça-feira, a Copergás se reúne com usuários dos setores industrial e veicular para explicar o leilão, que terá gás para entrega para o dia 20 de maio, além de junho e julho.
Fonte: Jornal do Commercio / Economia
Lote de gás adquirido em leilão por um valor 35% menor deve reduzir o preço do combustível em R$ 0,16, a partir de maio
O gás natural veicular (GNV) pode chegar às bombas ao preço de R$ 1,69, a partir de 1º de maio. Além da redução de 3% na tarifa, que entra em vigor no próximo mês, o setor terá à disposição uma cota de gás custando 35% menos que o valor atual. Ontem, no primeiro leilão de gás promovido pela Petrobras, dois lotes foram arrematados pela Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) com um volume diário, em metros cúbicos, de 20 mil, para o mês de maio, e de 30 mil, para junho. As duas medidas juntas vão contribuir para uma queda de R$ 0,16 em relação ao preço atual de R$ 1,85. Para quatro indústrias pernambucanas que conseguiram um lote de 40 mil metros cúbicos para maio e outro de 60 mil, em junho, o gás mais barato vai compensar a alta de até 7,89% na energia elétrica em maio, segurando os preços dos produtos.
“O leilão foi um sucesso. Conseguimos bons lotes de gás a preços 35% mais baratos que o atual”, comenta Aldo Guedes, presidente da Copergás. Como o leilão era restrito às distribuidoras de gás, na semana passada, a companhia se reuniu com todos os grandes clientes e colheu as propostas de volume e preço para fazer os lances. Algumas empresas apresentaram sugestões de lances, mas o setor de GNV não chegou a um consenso. No entanto, a Copergás adquiriu dois lotes e colocou à disposição do setor. “A gente entendeu que seria uma oportunidade de alavancar o consumo desse segmento. Pelo preço que conseguimos no leilão, o gás que é vendido aos postos ao preço de R$ 1,15, ficará próximo de R$ 0,80″, diz Aldo Guedes. Como o consumo diário de GNV no estado está em torno de 180 mil m3, os lotes do leilão atenderão cerca de 10% da demanda total.
Pelas regras da Petrobras, postos e indústrias só terão acesso ao gás do leilão, depois de adquirirem a média de consumo dos últimos três meses, até atingir o volume de contrato. Mas, segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo de Pernambuco (Sindicombustíveis-PE), José Afonso Nóbrega, os postos vão baixar o preço antes de consumir o gás do leilão. “A ideia é tirar uma média entre o valor do gás reajustado com o das cotas do leilão, para se chegar ao preço que será vendido já no início de maio. Como haverá ainda uma mudança no preço utilizado como base para o cálculo do ICMS, acredito que o combustível chegará às bombas ao preço de R$ 1,69. Essa é a nossa meta”, afirma Nóbrega.
Indústrias – Quatro indústrias conseguiram lotes de gás no leilão: Pamesa, CIV, Terphane e Corn Products. Segundo o diretor industrial da CIV, Odir Pedrazzi, na fabricação de vidro, a matriz energética representa 18% do custo do produto. “Em junho, vamos aumentar o consumo de 80 mil para 105 mil m3. Vamos utilizar mais gás em vez de energia elétrica para compensar o aumento que haverá na conta de luz”, diz. Para o diretor industrial da Terphane, Moacir Santos, “o gás mais barato vai aumentar a competitividade do filme de poliester produzido na fábrica”, comenta.
Fonte: Diario de Pernambuco / Economia / 25-04-2009
Copergás anunciou ontem redução sobre o preço das vendas feitas para as distribuidoras. Impacto dessa queda para o consumidor ainda é incerto
O preço do Gás Natural Veicular (GNV) terá uma redução de 3% nas vendas que a Companhia Pernambucana de Gás (Copergás) faz às distribuidoras. A redução é em reflexo a queda adotada pela Petrobras. A medida entra em vigor a partir de 1º de maio. Também haverá queda no preço de outros tipos de gás, como o industrial, que ficará 2,44% mais barato, o residencial, com queda de 1,61%, e o que é usado para a co-geração de energia, que terá uma queda de 1,61%. A redução média no preço do gás fornecido pela Petrobras será de 2,85%.
Os percentuais citados deverão ser homologados pela Agência de Regulação de Pernambuco (Arpe). “Essa redução foi baixa. A nossa expectativa era que ocorresse uma queda de 14% no preço”, afirmou o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Pernambuco (Sindicombustíveis-PE), José Afonso Nóbrega.
Nóbrega argumentou que não dá para prever a redução que o GNV terá na bomba, porque isso não depende só do setor, que é comprador das distribuidoras de combustível. Ele citou como exemplo a redução de 5,3% que a Petrobras anunciou, em janeiro último, sobre o preço do produto, que resultou numa diminuição de R$ 0,05 para o consumidor final.
“Quando o preço do gás subia, eles repassavam integralmente para o consumidor. Agora, por que eles não baixam o preço?”, questionou o presidente da Copergás, Aldo Guedes.
A queda no preço do gás natural está ocorrendo por vários motivos. Primeiro, a redução no preço do barril do petróleo, que chegou a US$ 147 – em maio do ano passado – e agora está em US$ 42 devido aos efeitos da crise global, que provocou uma queda no consumo do gás natural do País. A queda do dólar fez o produto ficar mais barato. No Brasil, um dos principais consumidores desse produto é a indústria, que passou a comprar menos, porque diminuiu a sua produção.
De todo o gás natural consumido no Estado, 80% é destinado à indústria, 18% vão para os automóveis e 2% para as residências.
Fonte: Jornal do Commercio / Economia / 13-04-2009
Preço do GNV terá queda de 3% a partir de maio
Previsão é que valor caia nas bombas. Em média, será reduzido em 2,85% para distribuidores
A tarifa do gás natural vendido às distribuidoras irá cair outra vez, no dia 1º de maio, quando será divulgado o reajuste trimestral pela Petrobras. O percentual médio de queda será de 2,85%, de acordo com o presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), Aldo Guedes. Segundo ele, o Gás Natural Veicular (GNV) decairá em 3%, o Gás Natural Comprimido (GNC) – usado em carretas – vai cair 3,31%, o residencial apresentará queda de 1,61%, co-geração 3,30%, enquanto que o valor do industrial diminuirá 2,44%.
“Não sei se os valores serão repassados para os clientes, vai depender dos sindicatos. Ao meu ver, diante da atual situação, eles têm obrigação de reduzir os preços nas bombas”, disse Guedes. Após o reajuste de fevereiro, quando houve uma queda de 4,4% para o GNV, os preços nas bombas caíram R$ 0,06. O leilão organizado pela Petrobras e que tem a perspectiva de reacender o setor foi adiado para o dia 24.
O evento vai reunir as 27 distribuidoras de gás do País e não haverá valor mínimo para participar do arremate. Os lotes mínimos oferecidos serão de 10 mil metros cúbicos por dia. O gás ofertado e que estaria “sobrando” é boa parte oriundo da queda em cerca de 40% do produto boliviano disponível para exportação. Os vencedores do pregão receberão o gás em maio e junho.
A expectativa do presidente da Copergás é de que a participação no leilão possa alavancar as quedas de preço nas bombas. A atitude amenizaria a crise no setor. “O gás leiloado terá números reduzidos. Se o valor for 40% menor, o percentual de queda nas bombas será equivalente. A ideia é fechar um consórcio com os clientes para adquirir volume e ofertar ao mercado”. Segundo Guedes, a Petrobras irá procurar outros procedimentos, caso o pregão não dê certo.
A Copergás, que teve um faturamento de R$ 413 milhões em 2008, quase o dobro de 2007, garante que continuará crescendo. “E quando a Refinaria (Abreu e Lima) estiver pronta, os números vão triplicar, pois vamos fornecer um volume de 2,5 milhões de metros cúbicos por dia. Sem contar outros investimentos que estão por vir, como o Estaleiro (Atlântico Sul) e o pólo farmacoquímico”, prevê Guedes.
Fonte: Folha de Pernambuco / Economia / 13-04-2009
O preço do gás natural vendido em Pernambuco deverá apresentar redução de 4,24% a partir do dia 1º de fevereiro, segundo os cálculos feitos pela Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), em cima da redução repassada pela Petrobras, que foi de 5,27%. Para que o percentual negativo comece a vigorar, o pedido será protocolado na Agência de Regulação do Estado (Arpe) ainda esta semana, para que o reajuste seja homologado.
De acordo com o presidente da companhia, Aldo Guedes, o gás natural veicular (GNV), cujo metro cúbico está custando ao consumidor R$ 1,89, terá queda de 4,4%, o que poderá chegar nas bombas a R$ 1,81. O segmento industrial terá redução de 4,9%; o comercial de 3,56%, co-geração 4,8%, e o residencial poderá ser de 14,16%.
O presidente do Sindicato dos Revendedores de Combustíveis de Pernambuco (Sindicombustíveis – PE), José Afonso Nóbrega, não está satisfeito com o índice. “Diante do repasse da Petrobras, a companhia está ficando com 1,3%. Não aceitamos isso porque a margem de lucro que a empresa teve ano passado foi alta. Já procuramos a Arpe e o presidente Ranílson Ramos se comprometeu em se reunir conosco”, alfinetou. O diretor técnico da Copergás, Jaílson Galvão, explicou que o repasse não é completo por conta dos custos inerentes à distribuição do gás canalizado”, justificou.
A Copergás também está pleiteando, junto à Arpe, a aprovação do repasse do IGP – DI para o consumidor, uma vez que desde 2005 o índice não vem sendo aplicado.
Fonte: Folha de Pernambuco – Economia
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5 de novembro de 2009 postado em 


