Copergás: 1º restaurante do Nordeste a usar climatização a gás natural aprova mudança

09/06/2021

                                                    Chef André Saburó, do Quina do Futuro: “Estamos muito satisfeitos”

Quando aceitou a proposta da Copergás e decidiu implantar a climatização a gás natural em seu restaurante Quina do Futuro, em janeiro de 2020, o chef André Saburó apostou no pioneirismo – foi o primeiro restaurante do Nordeste e o primeiro restaurante japonês do Brasil a adotar o sistema. A aposta vinha com uma marca do Quina do Futuro, desde que o estabelecimento foi fundado em 1986 por Shigeru Matsumoto, pai de André: a preocupação com a sustentabilidade.

“Esta sempre foi uma marca nossa. E, para a questão do ar-condicionado, eu estava tentando buscar uma eficiência energética alternativa e tinha convicção que o sistema com gás natural era uma coisa boa. No final, deu tudo certo. Estamos muito satisfeitos com o novo sistema, em relação a tudo – preços, custos, serviços, comodidade”, conta André, um dos mais destacados chefs da gastronomia pernambucana, com diversas premiações no Estado, no Nordeste e no país. Entre outras conquistas, foi eleito Sushiman do Ano em 2018 e 2019 pela revista Prazeres da Mesa, publicação nacional de referência no setor da gastronomia brasileira. O Quina do Futuro também tem uma carreira de sucesso, sendo hoje um dos principais restaurantes de culinária japonesa do Brasil.

O fornecimento do gás natural ao restaurante é feito pela Copergás, distribuidora do combustível no Estado e que conta com uma rede de 814 clientes comerciais, entre restaurantes, shoppings centers, hotéis, supermercados e hospitais. “O chef André Saburó é um orgulho de Pernambuco e vê-lo como um cliente satisfeito da Copergás para nós é reconfortante”, disse André Campos, presidente da Copergás. “O gás natural é uma fonte de energia com baixo impacto ambiental, menores custos operacionais e de manutenção, e que leva conforto e comodidade aos estabelecimentos e aos seus usuários. Estamos em crescimento constante neste segmento e nossa meta é de, até o fim do ano, chegar ao milésimo cliente comercial”, destacou.

Na climatização do Quina do Futuro o sistema utilizado foi  o do GHP (Gás Heat Pump),  a economia com a energia do ar-condicionado chega a até 90%. Já a economia média operacional fica em torno de 30% em relação ao modelo similar elétrico. O equipamento é da Panasonic.

André Saburó informa um dos exemplos de economia que contabilizou: antes, o gasto do Quina do Futuro com a manutenção do ar-condicionado era de R$ R$ 18 mil por ano (R$ 1.500 ao mês); hoje o valor é de R$ 2.500 por ano. “E tem ainda o fato de que minhas máquinas anteriores não eram novas. Com certeza eu estaria pagando bem mais hoje no sistema anterior. As máquinas mais antigas têm um consumo maior. Com o sistema atual, via gás natural, é tudo novo”, afirma ele.

Além disso, explica Saburó, é possível controlar melhor a temperatura no ambiente, de forma a ajustar à quantidade de clientes, de forma que o fluxo de ar que segue para o público seja mais bem distribuído. “Não tem mais aquela questão do incômodo do cliente ficar sentindo que o ar-condicionado está em cima dele”, diz Saburó.  “Também não há barulho nenhum nem vibração, e o sistema é mais fácil de higienizar, detalhe muito importante nos dias de hoje”.  O ar-condicionado a gás é aplicado em sistemas chamados multi-split, destinados a ambientes onde há variação da quantidade de pessoas e a intensidade da climatização flutua. É o caso de hotéis, hospitais, clubes, academias e restaurantes, entre outros.

Outro ponto destacado por ele é que, com a climatização por gás natural, quando falta energia elétrica o sistema continua funcionando, com o uso de um nobreak de 5 KVA.

Ao mesmo tempo em que optou pelo uso do gás natural na climatização do Quina do Futuro, André Saburó decidiu empregar o combustível também na cozinha deste restaurante e dos seus dois outros empreendimentos comerciais: o Tokyo’s Café o Sumô Sushi Bar. Os três ficam nos Aflitos, Zona Norte do Recife. Em todos o resultado é positivo, segundo Saburó. “Antes, a gente ocupava um espaço enorme com o sistema anterior, do  GLP, porque em cada casa nós tínhamos 2 botijões a granel  [grandes cilindros que ficam fixos no local]. Com o gás natural o fornecimento é contínuo e não precisa de botijão. Então conseguimos áreas livres maiores no Quina, no Tokyo’s Café e no Sumô Sushi Bar”, diz André Saburó.

No Sumô, a área livre que surgiu com a retirada dos botijões possibilitou a expansão do espaço para a operação/expedição  do  delivery. No Tokyo’s Café, a área que em ficavam os botijõs foi transformada num ambiente para depósito de bebida. No Quina do Futuro, aumentou o espaço para seleção do lixo.