Comercial

Segmentos comerciais que necessitam de um abastecimento contínuo de energia poderão garantir grande economia com o uso do gás natural. O potencial de uso com cogeração de gás natural na área de serviços é estimada em 1.400 megawatts/hora para os próximos anos. A aplicação de gás natural já é comum em centrais de ar-condicionado, principalmente em hotéis e shopping centers.

O gás natural também é usado em fornos de padarias e restaurantes por possuir combustão completa e limpa, uma vez que não produz fumaça. As instalações para o seu uso são bem mais simples e mais baratas que outras fontes de energia. É possível adaptar com custo reduzido as instalações já existentes, com o gás canalizado sendo medido e cobrado após o consumo, como ocorre com a energia elétrica.

Em Pernambuco, o gás natural abastece estabelecimentos comerciais e condomínios residenciais em diversos bairros do Recife e região metropolitana, como hotéis, shoppings, padarias, restaurantes e lanchonetes.

O mercado
Entre os vários clientes potenciais do gás natural, podem-se destacar os seguintes setores do comércio:

• Padarias;
• Restaurantes e lanchonetes;
• Hotéis;
• Shoppings;
• Hospitais e clínicas;
• Supermercados;
• Lavanderias;
• Escolas, clubes e academias esportivas;
• Concessionárias de Veículos;
• Laboratórios etc.

Esses estabelecimentos comerciais podem utilizar o gás natural para várias aplicações, incluindo equipamentos como aquecedores de água, caldeiras, fornos/fogões, secadoras, geradores de energia elétrica, ar-condicionado e refrigeradores com motor a gás.

Vantagens

As principais vantagens que o uso do gás natural pode trazer para o comércio são:

• Preço competitivo em relação aos combustíveis convencionais;
• Combustão limpa e queima quase perfeita, com baixa emissão de poluentes;
• Melhor rendimento do equipamento e liberação de espaços importantes, com diminuição expressiva de áreas de risco;
• Redução dos custos com manutenção;
• Praticidade do uso, segurança e fornecimento constante, 24 horas por dia;
• Eliminação de infraestrutura de estocagem (botijões) no ponto de consumo;
• Consumidor somente efetua o pagamento após o uso.